segunda-feira, 20 de junho de 2016

Vamos fazer um tricozinho?

Muito bom o artigo do Saúde Curiosa, com a Revolução Feminista, muitos trabalhos manuais foram considerados menores e coisas de mulher submissa. Assim fizemos com os trabalhos manuais (bordado, trico, crochê, etc) e também com a cozinha.

Hoje, estamos retornando ao equilíbrio e podemos sentir a importância desses trabalhos para nossa saúde física e mental. Muito trico, muito crochê, muitas comidinhas gostosas e vamos ser muito mais mulheres exatamente por causa disso. Escolha qual a arte que mais a representa e mão à obra.

Bora lá?
Nadia Cozzi

6 Razões para Começar a Tricotar Antes de se Tornar Vovó (ou Vovô!)

29/11/15 

Aprender a tricotar pode não estar no topo de sua lista de preferências, mas deveria estar. Não apenas para agradar a sua avó, e sim pela atividade trazer uma variedade de benefícios.

1. Dá-lhe um sentimento de orgulho




Não é um monte de gente que sabe como fazer tricô.
Quando perguntarem onde você comprou, você terá o prazer de dizer que foi você mesmo quem o fez.

Eles vão ficar incrédulos de sua bruxaria recém-adquirida e você vai receber uma tonelada de elogios (mais uma tonelada de pedidos de roupas e acessórios iguais ao que você fez. Você pode até arrumar uma renda extra a partir disso. Lide como preferir).

2. Tem os mesmos benefícios da meditação

Fazer tricô pode ser muito relaxante. Projetos de tricô geralmente não possuem muita variedade do fazer, apenas alguns pontos a mais. O movimento repetitivo e ritmado é relaxante e tem os mesmos benefícios para o corpo e a mente que uma sessão de meditação.

3. Alivia sintomas de ansiedade, estresse e depressão



Os movimentos rítmicos e senso de foco podem ajudar a distrair sintomas de ansiedade, depressão e estresse. Além disso, quando sentamos e paramos a rotina por alguns minutos, isso ajuda a reduzir afrequência cardíaca e a pressão arterial.

4. Ajuda a melhorar as funções motoras



O tricô estimula quase todo o cérebro de uma só vez - o lobo frontal (que orienta o processamento de recompensas, atenção e planejamento), o lobo parietal (que lida com a informação sensorial e navegação espacial), o lobo occipital (que processa a informação visual), o lobo temporal (que está envolvida no armazenamento de memórias e interpretação de linguagem e significado) e do cerebelo (que coordena precisão e tempo de movimento).

Por isso, a atividade pode ser usada para ajudar as pessoas com doenças como Parkinson, a melhorar as suas funções motoras.

5. Retarda o declínio cognitivo



Enquanto ele está ajudando a melhorar a sua função motora e humor, o tricô também está estimulando seu cérebro para mantê-lo saudável.Quanto mais você usa seu cérebro, mais saudável ele se torna.

Segundo a Clínica Mayo, os idosos que se envolvem em artesanato (incluindo tricô) são cerca de 30-50% menos propensos a ter um “comprometimento cognitivo leve” do que aqueles que não o fazem.

6. Ajuda a prevenir artrite e tendinite

Assim como você tem que usar seu cérebro para mantê-lo saudável, o mesmo vale para suas articulações.

Segundo o Dr. Barron, usando os dedos suavemente, realizando essa atividade, acumulamos cartilagem, tornando-os mais forte. Tricô é melhor para isso do que a digitação.




Já tem artrite? Dr. Barron recomenda embeber suas mãos em um pouco de água quente e o uso de agulhas maiores para criar suas obras-primas.

Agora que você sabe tudo sobre os benefícios de saúde do tricô, que tal ir na loja de artesanato mais próxima de sua casa e adquirir os materias necessários para iniciar essa atividade?

Alguns locais até oferecem aulas gratuitas ou mais baratas para iniciantes. No YouTube também há diversos vídeos-tutorias que ensinam como tricotar.

Dedos à obra!
Fonte: Awebic

sexta-feira, 17 de junho de 2016

Que tal utilizar alimentos para tingir as roupas?

Fonte: EcoD

Tintas naturais


As tintas naturais podem ser extraídas de fontes animais, vegetais e minerais
Foto: Reprodução

Tintas naturais são aquelas que ao invés de serem feitas de produtos químicos, são extraídas de elementos da natureza, ou seja, a partir de compostos orgânicos feitos com moléculas que contêm carbono combinado com hidrogênio e, muitas vezes, com oxigênio ou nitrogênio. E, como as demais, são compostas basicamente por pigmentos e aglutinantes, possuindo características de opacidade ou transparência.

Elas podem ser feitas a partir de nozes, cascas, raízes, frutas, pétalas, aparas de madeira, folhas, partes de flores e plantas inteiras, insetos, terra, entre outros. As plantas são capazes de fornecer mais de 500 cores. Qualquer tipo de terra pode ser usado para fazer tinta, a escolha vai depender da cor e do efeito que se busca.
Os usos e aplicações dos corantes naturais são os mais diversos. É possível tingir tecidos, papel, couro, alimentos e cosméticos.

Mas nem todos os corantes que vêm das plantas estão livres de toxinas. Isso porque muitos precisam de aglutinantes, substâncias que ajudam na fixação, como o ferro, estanho, cromo, sulfato de cobre e ácido tânico, que são venenosas. No entanto, é possível também utilizar aglutinantes naturais, como a gema e a clara de ovo, suco de alho, goma da babosa e polvilho.

O tingimento em tecidos muitas vezes chega a ser mais tóxico do que a própria produção de fibras ou têxteis. Por esse motivo, designers e confecções começam a se preocupar com toda a cadeia produtiva, retomando a técnica de tingimento natural.

Os usos e aplicações dos corantes naturais são os mais diversos. É possível tingir tecidos, papel, couro, alimentos e cosméticos.

A HISTÓRIA


Foto: Reprodução

As tintas naturais são utilizadas pela humanidade há mais de 5.000 anos, com o começo ainda na era neolítica. Corantes derivados da planta Isatis tinctoria (woad) vieram mais tarde, durante a Idade do Bronze. Os egípcios introduziram raiz de açafrão, cúrcuma e índigo (extraído da planta Indigofera tinctoria, de coloração azul). No final de 1700, os italianos começaram a substituir os corantes naturais por produtos químicos.

DICAS

• Recolha apenas uma pequena parte de cada planta de um mesmo local, evitando que ela se esgote e permitindo que outros também possam colhê-la;

• Faça uma horta de plantas tintórias, para preservar a natureza;

• Coletar sementes é muito importante. Conserve-as embaladas em plástico em lugar fresco e seco ou em geladeira até a época do plantio.

A técnica entrou em desuso quando a indústria química criou o primeiro corante sintético em 1856. A descoberta foi do químico inglês Sir William Perkin. A partir daí, muitas pesquisas foram desenvolvidas e cada vez mais os corantes artificiais passaram a ocupar o lugar dos naturais. Em 1868, a Alizarina ganhou seu equivalente químico e em 1880 é a vez do azul índigo.

Na metade do século XX surge a tinta acrílica. Nos laboratórios, novas cores continuam a ser descobertas e criadas, como as tintas fosforescentes. Na década de 80 havia 3 milhões de cores disponíveis. Desde então, o homem vem utilizando indiscriminadamente estes corantes químicos para diversas finalidades.

Na década de 90, Estados Unidos, França e Inglaterra proíbem o uso de corantes químicos nas indústrias de alimentos e cosméticos.

BENEFÍCIOS


Foto: Reprodução

O uso de produtos naturais reduz a emissão de efluentes químicos - corantes sintéticos e produtos auxiliares nocivos - melhorando a qualidade de vida e atendendo a crescente demanda de produtos fabricados de acordo às normas e conceitos de preservação ambiental e responsabilidade social.

DURABILIDADE E CONSERVAÇÃO

Ao trabalhar com tintas naturais surgem dúvidas quanto à sua durabilidade e conservação. Dependendo da aplicação, ela terá comportamentos diferentes.

Com raras exceções, as tintas vegetais são sensíveis à luz e sempre vão perder um pouco da sua cor. São instáveis, por isso se consegue belíssimas cores de flores e frutos que depois ficam amarronzadas. Portanto, as pinturas feitas com tintas vegetais são frágeis e não devem ficar expostas ao sol. Se não forem tomados os cuidados corretos, pode criar fungos na própria pintura.

Já as tintas de terra não desbotam nunca, mesmo sob um sol forte. Também não apresentam problemas de conservação: nunca criam fungos, nem na pintura, nem na tinta.


Foto: Reprodução

As tintas vegetais de infusão no álcool também podem ser guardadas por tempo indeterminado. Já as cocções (técnica de cozimento da matéria-prima, até que a água adquira sua cor) e liquidificações (bater em liquidificador com água) devem ser descartadas após o uso ou guardadas em geladeira por mais alguns dias. Podem ainda ser congeladas para uma outra ocasião.

Com os tingimentos e a pintura de tecidos, a experiência mostra que as tintas com álcool desbotam menos na lavagem em relação àquelas feitas apenas com água. Já o barbante recebe melhor a tinta do que o tecido e aceita tintas feitas por cocção. De qualquer forma alguns cuidados dever ser tomados: secar a meada/ tecido à sombra e abrindo para arejar. Lavar depois de alguns dias com sal e sabão neutro (de coco).

PRINCIPAIS FONTES DE EXTRAÇÃO
Reflorestamentos de eucaliptos, pinus e outros;
Serrarias, marcenarias e depósitos de madeiras;
Mercados e feira livre;
Sítios, chácaras, parques e beiras de estradas;
Pomares, plantações e hortas;
Lugares onde se vendem ervas e plantas medicinais;
Hortos florestais e jardins botânicos;

CARACTERÍSTICAS DAS TINTAS NATURAIS


As sementes do urucum são utilizadas para produzir a cor laranja
Foto: árticotropical

A natureza oferece matéria-prima abundante para a produção de tintas. Algumas delas estão em nosso jardim (como as flores e a terra) e acabam passando despercebidas. Ou estão na nossa cozinha: beterraba, repolho roxo, chás variados.

Das plantas são obtidos pigmentos de várias partes: raiz, caule, casca, folhas, flores e frutos.

Os pigmentos das flores são luminosos (claros e coloridos), porém muito instáveis e voláteis. Já os da raiz são mais estáveis e duradouros, apesar de menos luminosos. Os corantes do caule e das folhas encontram-se como intermediários entre esses dois extremos. E os pigmentos minerais (as terras e pedras) são os mais duradouros.

As flores, folhas ou raízes podem ser usadas frescas ou secas. Geralmente quando secas possuem a cor mais concentrada. Daí a seguinte equivalência, descrita por Eber Lopes Ferreira em seu livro "Corantes naturais da flora brasileira":
1 kg de flor seca = 3,5 kg de flor fresca
1 kg de folha seca = 2,5 kg de folha fresca
1 kg de raiz seca = 1,5 kg de raiz fresca

O pó de alimentos desidratados e moídos (beterraba, espinafre e açafrão, por exemplo) também podem ser usados na produção de tintas. E as tintas provenientes dos vegetais são líquidas e transparentes. Já as provenientes dos minérios ou pó de alimentos são densas e opacas.

CURIOSIDADE


Foto: sxc.hu

O amarelo indiano tinha um processo de extração curioso. Era feito de urina de vacas que haviam se alimentado apenas com folhas de manga, sem beber água. A essa urina juntava-se um pouco de terra, esta mistura era esquentada e seca para então depois ser dividida em torrões que eram vendidos. A técnica foi considerada penosa para os animais e sua produção foi proibida no início do século XX.

Com informações da Arte Raiz


Quer saber como fazer tintas naturais? Clique aqui

Supermercado sueco vende fruta não biológica na secção dos produtos de limpeza

Um supermercado sueco colocou a fruta produzida em modo convencional na mesma prateleira que os produtos de limpeza, como parte de uma campanha para convencer os suecos a comprarem e venderem produtos biológicos, e a rotular os alimentos de forma justa.

Fonte: Agrotec


Os clientes que procuram por uvas de mesa verdes em modo de produção convencional em Täby, Estocolmo, foram surpreendidos ao encontrar os frutos colocados perto da lixívia, purificadores de casas W.C. e detergentes em pó no início da semana passada, acompanhada de uma mensagem: “Optámos por não vender uvas normais. Colocamos aqui estas uvas para mostrar a quantidade de químicos que elas contêm. Na Hemköp Alléns (n.d.r. nome do supermercado), encontrará apenas uvas biológicas”, podia ler-se na mensagem.

O gerente da loja, que é parte integrante de uma cadeia de supermercados sueca (Hemköp), mas gerida independentemente, afirmou que teve a intenção de “aparecer nos media de forma engraçada e atingir o maior número de pessoas possível”.

Existem muitos químicos nas uvas, então porque não colocar estes químicos junto de outros químicos?”, afirmou o gerente da loja, Joakim Skotte. “Elas não devem estar junto dos outros Frutos – como as maças ou bananas (n.d.r. produtos exclusivamente biológicos naquele supermercado) – porque existem demasiados químicos nas uvas.”, acrescentou.

O empresário disse ainda ter esperança que outros supermercados da Hemköp o sigam, como parte de uma campanha que está a decorrer para promover produtos biológicos.
A sua loja foi também a primeira na Suécia a comercializar apenas bananas biológicas, há cerca de 3 anos, uma opção que foi posteriormente adotada por outras lojas em todo o país.

“Esta é a declaração número dois”, afirmou Skotte.

Questionado se o supermercado ainda vendia produtos de limpeza fortes e prejudiciais, ao mesmo tempo que lançava uma campanha contra outro tipo de químicos, o gerente de 29 anos afirmou que o objetivo é atacar um problema de cada vez.

“Existe ainda tanto por fazer nas lojas suecas… e tens de começar por algum lado. As bananas e as uvas são alimentos que as crianças consomem muito regularmente, então decidimos começar com as crianças”, afirmou, acrescentando que o amor pelos seus dois filhos o inspirou, querendo que outras crianças beneficiem também da alimentação de produtos biológicos, livres de químicos. “As crianças dependem das escolhas dos pais”, acrescentou.

Ler aqui.

Documentários que vão te fazer repensar seu papel no meio ambiente, o impacto de suas ações e impelir mudanças em seus hábitos


Fonte: Ecycle

Documentários que vão te fazer repensar seu papel no meio ambiente, o impacto de suas ações e impelir mudanças em seus hábitos



Como dizia o ditado, "uma imagem vale mais do que mil palavras”. 


Documentários, apesar de terem a premissa de retratarem a "realidade", também são filmes e, portanto, construções audiovisuais que a mostram a partir de certos pontos de vista. 

Mesmo assim, eles podem ter o poder de sensibilizar o espectador ao mesmo tempo em que informam. O poder da imagem e a combinação com uma boa direção podem fazer com que as pessoas percebam a dimensão de questões que não aparecem tanto no dia a dia. 

Às vezes, matérias de sites e jornais não mostram, por exemplo, os efeitos de ações não amigáveis ao meio ambiente de forma sensorial, mas após ouvir e assistir ao impactante conjunto de sons e imagens, é difícil não se sentir mais envolvido com a causa. Se você tem interesse em mudar sua postura, um bom início é ter contato com esse universo de boas produções que também podem ser informativas.

Existem grandes documentários sobre causas ambientais e aqui você irá conferir uma lista de alguns deles. Primeiro, confira o vídeo do canal do Portal eCycle no YouTube a respeito:

Mais alguma dicas:
O Sal da Terra (2014)

O documentário, dirigido pelo alemão Wim Wenders e pelo brasileiro Juliano Salgado, retrata a trajetória do renomado fotojornalista Sebastião Salgado. O fotógrafo se debruçou em sua carreira pelas questões sociais e ambientais. O documentário conta, por meio das sensíveis imagens captadas pelo olhar de Sebastião, um pouco da história do homem e seu impacto sobre o planeta. Também mostra a faceta exploratória de recursos naturais, a relação de diversas civilizações com a natureza e a guerra, além da magnitude da natureza. As imagens da série Gênesis são o resultado de uma expedição épica redescobrindo montanhas, desertos e oceanos, animais e povos que se mantêm aparentemente intocados da marca da sociedade moderna. Além disso, o documentário conta sobre a história do Instituto Terra, de Salgado e de sua esposa, que surgiu com o objetivo de recuperar a Mata Atlântica original na antiga fazenda de gado de sua família. O sonho e o projeto expostos no documentário expressam o pensamento de que a destruição da natureza pode ser revertida.

Koyaanisqatsi (1982)
Na língua hopi, Koyaanisqatsi significa "vida maluca, vida em turbilhão, vida fora de equilíbrio, vida se desintegrando, um estado de vida que pede uma outra maneira de se viver". O documentário, dirigido por Godfrey Reggio e orquestrado por Philip Gass, expõe a relação da humanidade com a natureza de modo crítico e questionador. Por meio de linguagem poética, ele constrói um diálogo sobre o impacto do ser humano no meio ambiente com imagens em câmera lenta e em time-lapse, sem uso de diálogo ou narração. Koyaanisqatsi é o primeiro filme da trilogia Qatsi, toda dedicada aos diferentes aspectos das relações entre humanos, natureza e tecnologia.
Home (2009)
Dirigido pelo jornalista, fotógrafo e ambientalista Yann Arthus-Bertrand, o filme conta com imagens aéreas monumentais de diversos lugares da terra. Uma frase marcante do filme, que reflete sua intenção é: “O nosso ecossistema não tem fronteiras. Onde quer que estejamos, as nossas ações terão repercussões”. A narração insere questões ambientais que dialogam com as paisagens: a evolução histórica dos seres humanos, a industrialização, a agricultura, a descoberta do petróleo, as extrações de minerais, os hábitos de consumo criados e principalmente os impactos que estamos vivendo e viveremos em decorrência disso. Documentário completo em espanhol youtube.com/watch?v=9HA76kBVU5Q


2012 - Time for Change (2010)
A produção, dirigida por João Amorim, acompanha o jornalista americano Daniel Pinchbeck, autor do bestseller "2012: The Return of Quetzalcoatl". Ele expõe as questões ambientais por um paradigma que mescla a sabedoria tradicional de culturas tribais e o método científico. O documentário tem entrevistas de personalidades como Sting, David Lynch, Paul Stamets, Gilberto Gil, entre outros,e passa a mensagem de que um dos principais empecilhos para a mudança da situação de degradação da natureza é a consciência individual. Para evitar uma catástrofe mundial, todas as pessoas devem estar dispostas a fazer grandes mudanças em seus hábitos diários e abrir mão de certos confortos, em nome de um bem maior. O documentário discute experiências de meditação, a importância de construções sustentáveis, o movimento de contracultura e alternativas ecológicas para o dia a dia.
Virunga (2014)
O documentário, dirigido por Orlando von Einsiedel e produzido por Leonardo Di Caprio, mostra de forma emocionante a coragem e esforço de homens comprometidos com a conservação ambiental. Eles são um pequeno grupo de guardas florestais que protegem Virunga, o mais antigo parque nacional da África, na República Democrática do Congo. As florestas do parque abrigam os últimos 800 gorilas da montanha do planeta, grandes jazidas minerais e uma enorme biodiversidade. Dispostos a sacrificar a vida pelo Virunga, os guardas enfrentam constantes investidas de paramilitares, caçadores e mineradoras.
Mission Blue (2014)
Dirigido por Robert Nixon e Fisher Stevens, Mission Blue se assemelha a O Sal da Terra, por também contar a biografia de uma grande personalidade tendo também o objetivo muito maior - que é a conscientização ambiental. Ele mostra a biografia da renomada bióloga marinha Sylvia Earle e ao mesmo tempo faz importantes denúncias sobre a condição dos oceanos. Os avanços dos impactos das ações humanas nos oceanos e a importância destes para o equilíbrio do planeta são os focos do documentário.
Chasing Ice (2012)
Muito se fala sobre o aquecimento global, mas poucas pessoas realmente têm noção dos efeitos que já atingem nosso planeta. Se você é uma dessas pessoas que não se convence pelas tabelas, gráficos e números disponíveis sobre o assunto, assista ao documentário Chasing Ice, dirigido por Jeff Orlowski. O filme mostra a expedição do fotógrafo James Balog ao Ártico. O premiado fotógrafo recebeu o desafio da publicação National Geographic de retratar os efeitos da mudança climática no planeta. Para isso, ele desenvolveu o projeto “Extreme Ice Survey” (Pesquisa Radical no Gelo): posicionou câmeras resistentes em locais perigosos para produzir imagens do derretimento durante alguns anos. Com o efeito de time-lapse é possível observar as mudanças drásticas nas geleiras.
Mataram Irmã Dorothy (2007)
O documentário, dirigido por Daniel Junge, mostra o desafio que é ser ativista da causa ambiental na Amazônia. Para isso, a morte da missionária norte-americana Dorothy Mae Stang e as questões que envolvem o julgamento do crime são contadas. Ela vivia no Pará para ajudar a colocar em prática o Projeto de Desenvolvimento Sustentável (PDS) e lutou contra o desmatamento da Amazônia. Uma questão que fica clara no documentário é a indiferença à realidade diária da região amazônica: a luta sangrenta pela terra enquanto a floresta nativa é destruída para dar origem a pasto para gado.
Cowspiracy (2014)
O filme nasceu na mente do cineasta Kip Andersen após ele se deparar com dados oficiais da ONU que informavam que a agricultura animal tem emissões de gases superior a todo o setor de transportes (carros, caminhões, trens, navios e aviões). Além disso, ficou intrigado com o fato de grandes ONGs ambientalistas ignorarem a causa número um da destruição do planeta. Se você se preocupa com emissões de gases, desmatamento e consumo de água deve se preparar para os dados alarmantes da degradação ambiental decorrente da indústria agropecuária denunciados pelo documentário.

Trashed - Para Onde Vai Nosso Lixo (2012)
"Trashed - Para Onde Vai Nosso Lixo", dirigido por Candida Brady e com o atorJeremy Irons no elenco, aborda não apenas a questão do lixo em si, mas também o destino dos resíduos. O filme é dividido em três partes: avaliação, solução (errada) e a tomada de uma decisão mais correta. Percorrendo todo hemisfério norte, Irons mostra como diversos governos tratam a questão do lixo, além de expor curiosidades e algum conteúdo aprofundado sobre ecologia.

In Transition 2.0 (2012)
"In Transition 2.0" retrata o movimento Transition, propõe respostas em pequena escala de comunidades nas áreas de alimentação, transporte, energia, educação, lixo, artes etc. A produção mostra histórias de pessoas comuns que têm feito coisas extraordinárias no mundo todo. Exemplos são comunidades que imprimem o próprio dinheiro, que cultivam suas comidas, transformando suas economias em locais, e criando centrais elétricas para a comunidade.
Fonte: Green Savers

Cursos Centro de Capacitação Profissional Casa do Moinho



O Centro de Capacitação Profissional Casa do Moinho oferece cursos livres de curta duração na área de Serviços, Hospitalidade e Cozinha.



Missão Casa do Moinho: cursos e projetos que proporcionam atividades profissionais e educativas para crianças e jovens, buscando a melhoria da qualidade de vida, capacitação cultural e profissional na área de serviços em hotelaria. 

Para isso, parte fundamental de nossas atividades são as preceptorias, atendimentos individuais em que a aluna recebe acompanhamento personalizado, aprendendo e estabelecendo metas de melhora e incentivo no âmbito pessoal e profissional.


  • Projeto Crescer e Aprender
  • Técnico em Cozinha
  • Técnico em hospedagem
  • Projeto primeiro emprego
  • Curso de Orientação Profissional


-Para mais informações: www.casadomoinho.org.br

Em SP, moradores podem trocar lixo reciclável por frutas, pães e peixes

Fonte: Thegreenestpost Por Débora Spitzcovsky Em Lixo 25 jul 2017 “Reciclou, Levou.” Este é o nome do mais novo programa da prefeitura de Gu...