quarta-feira, 13 de setembro de 2017

A importância do verde para os pacientes dos hospitais

Nunca entendi porque muitos hospitais tem grandes áreas verdes mas os pacientes não podem frequentá-los.

Em uma das internações de minha mãe consegui que o médico autorizasse que eu a levasse até o jardim para tomar um pouco de sol, respirar, ver os passarinhos, ver gente. Foi muito bom para a recuperação dela, mas um escândalo com os funcionários que não entendiam como eu tinha conseguido sair com ela. É contra as normas!

Quando uma pessoa é internada tudo é tirado dela, sua casa, suas coisas, sua família, sua liberdade. Tudo passa a ser frio, a comida vem em pacotinhos, sem sabor, sem cor, sem textura. Os quartos imaculadamente brancos,enfermeiras e os médicos idem. Pela janela às vezes se visualiza a rua, as pessoas, os jardins, outras vezes nem isso. Seu corpo é apalpado, cortado, espetado, perde-se a individualidade, são apenas meros corpos investigados. 

O poder regenerador dos alimentos, do sol, das plantas, das risadas, dos abraços é esquecido, não tem mais importância. Claro que alguns hospitais e clínicas já perceberam isso, mas o movimento é lento, o que comanda ainda é a redução de custos, por isso a terceirização da cozinha, a construção de mais prédios, um em frente ao outro, janelas vedadas impossibilitando olhar para o mundo lá fora.

Foi então com muito prazer que vi a reportagem do Verdejando que fala exatamente sobre isso, a importância do verde na recuperação dos pacientes de um hospital no jornal SP1 da Rede Globo. Veja no link 


Imagem Pixabay


Por Nadia Cozzi.

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

Qual a diferença entre uma alface ecológica e uma tradicional?

Fonte: Campo Grande News

A primeira vista, nenhuma. 

A diferença está no processo de produção: nada de pesticidas sintéticos, nada de granjas abarrotadas de galinhas que enlouquecem, nada de cultivos intensivos. É mais sustentável quando olhamos a ecológica de perto. 

Alimento ecológico, biológico ou orgânico são sinônimos. A agricultura ecológica vem recebendo o apoio de setores da sociedade cada vez mais preocupada com o bem estar, a saúde e o meio ambiente. 

Esses alimentos estão disputando o espaço com os tradicionais, mas a desvantagem para o consumidor está no preço: são entre 30% a 50% mais caros. Ainda é comida de rico. 

No Brasil a produção e consumo de alimentos ecológicos guarda uma relação estranha: são plantados por pobres e consumidos por ricos. Já a agricultura intensiva, tradicional é o inverso: plantados por ricos e consumidos por pobres. 

Ainda que venha crescendo no país, quando comparado com os 10 maiores produtores de orgânicos do mundo, nos deparamos com uma produção diminuta. A área de produção de orgânicos no Brasil é de apenas 750 mil hectares e é impulsionada pela agricultura familiar. 

Na Europa, a produção de orgânicos cresce 500 mil hectares a cada ano, mas nenhum país ou continente se aproxima da Austrália que já conta com mais de 22 milhões de hectares produzindo alimentos ecológicos.
Nota do Blog:
O que podemos fazer para mudar isso?
  • Exigir mais produtos orgânicos nos pontos de venda. 
  • Frequentar feiras orgânicas e comprar direto dos produtores
  • Não tem tempo? Utilize os deliveries dos produtores orgânicos
  • Cozinhar mais e comprar menos industrializados, ou seja, comer comida de verdade o que barateia seu orçamento familiar e ainda por cima ganha saúde.



segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Amazon quer tornar produtos da Whole Foods “acessível a todos”

Fonte: Beef Point
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A Amazon disse na quinta-feira que antecipou o fechamento de seu acordo para adquirir a Whole Foods Market para segunda-feira – e que sua influência seria sentida em pouco tempo.

As lojas da Whole Foods Market oferecerão preços mais baixos a partir de segunda-feira em uma seleção de itens alimentícios de melhores vendas em suas lojas, enquanto a Amazon embarcará em um plano para que a Amazon Prime aproveite o programa de fidelidade Whole Foods com o objetivo de fornecer “economias especiais e benefícios na loja” para os clientes Prime.

A Amazon também disse disponibilizaria produtos de marca própria da Whole Foods através de seus canais de compras virtuais e que colocara instalações em lojas selecionadas de Whole Foods para facilitar a entrega de pedidos on-line.

“Estamos determinados a tornar a comida saudável e orgânica acessível para todos. Todo mundo deve poder comer a qualidade da Whole Foods Market – reduziremos os preços sem comprometer o compromisso prolongado da Whole Foods Market com os mais altos padrões “, disse Jeff Wilke, CEO da Amazon Worldwide Consumer, em um comunicado.

“Para começar, vamos baixar os preços a partir de segunda-feira em uma seleção de produtos básicos mais vendidos, incluindo bananas orgânicas Whole Trade, salmão de produção responsável, ovos grandes marrons orgânicos, carne magra em 85% de animais classificados para bem-estar, entre outros. E este é apenas o começo – faremos do Amazon Prime o programa de recompensas de clientes na Whole Foods Market e continuamente baixaremos os preços enquanto inventamos juntos. Há um trabalho e uma oportunidade importantes pela frente e estamos animados para começar.”

A Amazon anunciou o acordo para adquirir a Whole Foods em junho, por US$ 13,7 bilhões. Seu anúncio feito na quinta-feira confirmou especulação de que a Amazon usaria o acordo como um meio para integrar mais estreitamente os mundos das compras físicas e digitais, ao mesmo tempo em que reforça uma deficiência de longa data na percepção de preços na Whole Foods, enquanto acelera um programa de fidelidade incipiente.

“Foi nossa missão por 39 anos na Whole Foods Market trazer alimentos de maior qualidade para nossos clientes”, disse John Mackey, co-fundador e CEO da Whole Foods Market.

“Ao trabalhar em conjunto com a Amazon e nos integrar em várias áreas chave, podemos diminuir os preços, duplicar essa missão e alcançar mais pessoas com alimentos de alta qualidade, naturais e orgânicos da Whole Foods Market. Como parte do nosso compromisso com a qualidade, continuaremos expandindo nossos esforços para apoiar e promover produtos e fornecedores locais. Mal podemos esperar para começar a mostrar aos clientes o que é possível quando a Whole Foods Market e o Amazon inovam juntos.”

Resumindo as mudanças que começaram hoje:


A Whole Foods Market oferecerá preços mais baixos em uma seleção de produtos básicos mais vendidos em suas lojas, “com mais por vir”. A empresa não disse o valor pelo qual os preços seriam reduzidos nem especificou o número de produtos afetados, mas citou bananas Whole Trad, abacates orgânicos, óvos marrons orgânicos, salmões e tilápias orgânicos com produção responsável, cabra orgânica e alface, carne moída magra 85% de animais classificados para bem-estar, manteiga de amêndoa cremosa e crocante, maçãs Gala e Fuji orgânicas, frango orgânico, manteiga orgânica 365 Everyday Value, “e muito mais”, como produtos que teriam reduções nos preços;
Após a conclusão de um certo trabalho de integração técnica, o Amazon Prime se tornará o programa de recompensas de clientes da Whole Foods Market, proporcionando aos membros Prime economias especiais e outros benefícios na loja;
Os produtos de marca própria da Whole Foods – incluindo 365 Everyday Value, Whole Foods Market, Whole Paws e Whole Catch – estarão disponíveis através da Amazon.com, AmazonFresh, Prime Pantry e Prime Now; e
O Amazon Lockers estará disponível em lojas selecionadas da Whole Foods Market. Os clientes podem ter produtos enviados pela Amazon.com para sua loja local Whole Foods Market para retirar.

terça-feira, 22 de agosto de 2017

Quando a curiosidade estimula a leitura




Quando a curiosidade estimula a leitura

O que a estátua da águia de bronze esconde para que seja roubada do chafariz que enfeita a praça do condomínio Quinta do Riacho? “Detetive Cecília e a águia de bronze” é a mais nova aventura da Editora do Brasil

O sumiço de uma grande estátua de bronze, que enfeitava a praça do condomínio, é o pretexto para a aprendiz de detetive Cecília iniciar uma aventura ao lado dos amigos. A curiosidade em solucionar o enigma na ficção, é a mesma que serve, no mundo real, de caminho para novas descobertas, como o hábito da leitura que o escritor Luis Eduardo Matta quer aguçar no público pré-adolescente com as aventuras da série Detetive Cecília, da Editora do Brasil.

“Comecei a gostar de ler de verdade no início da adolescência, graças a uma coleção de livros policiais. Depois dessa, li outras e a partir daí, desenvolvi um amor pela leitura que me acompanha até hoje”, contou Luis Eduardo ao comentar o lançamento de seu livro Detetive Cecília e a águia de Bronze. “Como leitor adolescente de séries, não foi à toa que me tornei um escritor de séries para adolescentes”, acrescenta.

Cecília se surpreende quando a grande águia de bronze desaparece do chafariz da praça do condomínio e resolve investigar com seus amigos. Construído numa antiga fazenda, o condomínio possui a Casa Velha, antiga sede da propriedade, onde os personagens fazem incursões e descobrem o mistério que envolve o sumiço da estátua.

Além da narrativa que prende o leitor, o livro destaca o projeto gráfico e as ilustrações de Fábio Sgroi, que mostram um cenário de pluralidade, com personagens de diferentes idades e grupos sociais diversos, e de narrativas que trazem temas como a ética, cidadania, sociabilidade, amizade e justiça.

Para o escritor, a intenção é fazer com que as aventuras da detetive Cecília possam entusiasmar os jovens a descobrir a leitura. “Se um jovem gostar de um livro da coleção, poderá se sentir estimulado a ler os outros e isso o ajudará a se familiarizar com o ato de ler e a se transformar em um leitor”, explica.

Segundo ele, não só o hábito da leitura, seus livros de narrativas divertidas, também têm a intenção de ensinar. “Quero aguçar a curiosidade mas também quero que ela traga algum conhecimento. É o conhecimento que irá transformar positivamente o Brasil. E um dos caminhos fundamentais para alcançá-lo é a leitura. Por isso, leiam sem medo, leiam bastante. É a forma mais divertida de se aprender e abrir a mente para a riqueza e a multiplicidade da vida”.

Autor: Luis Eduardo Matta
Ilustração: Fábio Sgroi
Segmento: Literatura
Páginas: 80
Formato: 16 x 23 cm
Valor: R$ 42,60



Sobre o autor:

Luis Eduardo Matta nasceu no Rio de Janeiro em novembro de 1974, descendente de libaneses pelo lado paterno. Publicou seu primeiro livro em 1993, aos 18 anos. A obra, ambientada no pós-guerra do Líbano, recebeu prefácio de Mansour Challita, ex-embaixador da Liga dos Estados Árabes no Brasil. Em 2007, decidiu ingressar na literatura juvenil.

O autor tem diversos artigos e ensaios publicados, boa parte abordando a questão da formação de leitores nas escolas e a popularização da leitura no Brasil. Em 2015, foi homenageado com uma sala de leitura comunitária com o seu nome, instalada na Escola Municipal Professor Fábio César Pacífico, no Rio de Janeiro.



Sobre a Editora do Brasil: Fundada em 1943, a Editora do Brasil atua há mais de 70 anos com a missão de mudar o Brasil por meio da educação. Como empresa 100% brasileira, foca a oferta de conteúdos didáticos, paradidáticos e literários direcionados ao público infantojuvenil. Foi fundadora da CBL, SNEL, FNLIJ, IPL e da Abrelivros. Os títulos estão disponíveis para comercialização por meio da loja virtual da Editora Brasil (http://www.editoradobrasil.com.br/lojavirtual/) ou nas lojas físicas, em São Paulo (Rua Conselheiro Nébias, 887 – Campos Elíseos, São Paulo - SP), Rio de Janeiro (Rua do Bispo, 150 - Rio Comprido-RJ) e Natal (Rua dos Caicós, 1533 – Alecrim, Natal- RN).

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Oficina tintas ecológicas


Nessa oficina para crianças de 4 a 8 anos ensinamos as crianças a fazer tintas a partir de matéria orgânica, como vegetais.

Sábado, 26/08, às 10h30 | Parque Ibirapuera
Inscrições (R$59): eventos@saopaulosaudavel.com.br

Dupla vitória na Câmara dos Deputados!






É com imenso prazer que compartilhamos com vocês a vitória que tivemos ontem (08/08), na Câmara dos Deputados.

O PL (Projeto de Lei) nº 1.755/2007, que proíbe a venda de refrigerantes em escolas públicas e privadas de educação básica, foi aprovado pela CCJ (Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados) e agora será votado no Plenário da Câmara.

Além disso, queremos comemorar outra conquista importante: O PL nº 2.640/2015, que proíbe a publicidade infantil nas escolas públicas e privadas da educação básica, também foi aprovado pela CCJ. O projeto agora segue direto para votação no Senado.

Crianças e adolescentes brasileiros passam boa parte do dia no ambiente escolar, portanto, é essencial que esse espaço favoreça escolhas alimentares saudáveis e evite a oferta de produtos ultraprocessados.

Crianças e adolescentes brasileiros passam boa parte do dia no ambiente escolar, portanto, é essencial que esse espaço favoreça escolhas alimentares saudáveis e evite a oferta de produtos ultraprocessados.

A Aliança atua fortemente no Congresso informando aos deputados e senadores sobre a importância dos projetos de lei que promovem a alimentação adequada e saudável. Sendo assim, essas vitórias representam uma importante etapa na promoção de políticas de enfrentamento à crescente taxa de obesidade infantil no Brasil e no mundo.

Estamos muito felizes com todos os que se comprometem com a causa e seguimos acompanhando esses dois projetos no Congresso.

Contamos com o apoio de vocês para as nossas futuras ações!

Aliança Pela Alimentação Adequada e Saudável

Convite: Lançamento do relatório sobre o impacto econômico da proibição da publicidade dirigida às crianças no Brasil

Lançamento do relatório: 'O impacto econômico da proibição da publicidade dirigida às crianças no Brasil'
 O programa Criança e Consumo, do Alana, convida para o lançamento do relatório 'O impacto econômico da proibição da publicidade dirigida às crianças no Brasil’, elaborado pela The Economist Intelligence Unit – EIU. 

 A pesquisa, realizada com apoio do Criança e Consumo, será apresentada por Romina Bandura, consultora do EIU, que participará também de uma conversa com o Prof. Milton Seligman do Insper; Vanessa Nadalin, economista do Ipea; e Isabella Henriques, Diretora de Advocacy do Alana.
25 de Agosto, às 8h30
Auditório do Insper - Rua Quatá, 300 - São Paulo
Clique aqui para se inscrever
> Inscrições até 22 de agosto de 2017

Agro, negócio?

Por Nadia Cozzi
Imagem Pixabay

Tenho pensado ultimamente como está difícil entender os caminhos da alimentação, de um lado, conceitos disputando a melhor posição: vegetariano, vegano, orgânico, sem lactose, sem carne, sem glúten, sem carboidrato, sem açúcar.... O que ganhamos? O apelido, na maioria das vezes pejorativo, de naturebas!

De outro lado, profissionais de saúde que vinculam alimentação a ser magro, ter um corpo de acordo com as exigências e os padrões ditados pela Moda . E aí vale tudo isso e mais: suplementos, jejuns, remédios, culpa, culpa, muita culpa.

Esquecem que alimento é sabor, é prazer, é nutrir, é carinho, é qualidade, é cultura. Esquecem que o corpo humano não é padrão, que isso é uma criação do marketing da beleza. Esquecem que ser magro não é sinônimo de saúde. Esquecem que comida de verdade vem da terra sim, mas que tudo pode, desde que seja com moderação, até que o paladar retorne ao seu estado natural.

Todas essas restrições e neuras, vem criando um mundo alimentício austero, insípido, sem cor e sem graça. E aí entra com todo seu esplendor “o lado negro da força” e o seu mundo cor de rosa!

As comidas industrializadas garantem em seus pacotinhos coloridos e alegres, facilidade no preparo, praticidade, rapidez, prazos de validade enormes e sabores incríveis (e viciantes, o que se omite, é lógico!).

As indústrias de agrotóxicos e transgênicos, vem com a promessa de lucros e abundância de alimentos como jamais se viu na história deste país. Filmes institucionais asseguram que com a ajuda delas teremos uma agricultura farta e rentável. (Tudo bem que não explicam que essa promessa existe desde o fim da 2ª. Guerra Mundial, que já esgotaram os solos da Europa e dos EUA, e muito menos que os produtos químicos que vendem aqui, estão banidos em muitos lugares do mundo por causarem doenças graves tanto em quem os utiliza, quanto em quem consome os alimentos cultivados com eles. Também não se fala das atrocidades praticadas aos animais em prol do dinheiro, sempre o dinheiro).

Em seus eventos luxuosos e bem patrocinados, encontramos conforto, tecnologia, coffee breaks e almoços servidos à vontade através de buffets e garçons solícitos. Participam formadores de opinião, executivos de empresas, imprensa, políticos de alto escalão apresentando um “Brasil que tem jeito, é só uma questão de tempo”, dizem eles. Um show, acompanhado via internet por milhares de pessoas, materiais de divulgação a rodo, tudo tão perfeito!

Recentemente fui a um desses eventos de agronegócios e confesso quase acreditei nesse mundo tão fascinante, não fosse por um pequeno detalhe: esqueceram do Agricultor. Aquele que planta, que cuida da terra, que trabalha de sol a sol alimentando o progresso e a população. Aquele pequeno agricultor que é maioria em nosso País. Definia-se o seu futuro e ele não estava lá.

Isso doeu muito em mim, mesmo preparada, sabendo que o evento era de empresas multinacionais que visam muito mais o lucro que o bem-estar de quem quer que seja, foi árduo ver pessoas cegas por promessas e brilhos, saber que ali desenhava-se um futuro de doenças e terras devastadas. Um rolo compressor que avança forte para esmagar sentimentos e valores, sem impedimento, sem oposição. E as pessoas brindam, sorriem, felizes com seus pratos finos e cheios de comida e promessas. Me lembrou um pouco aquele burrico que trabalha porque tem uma cenoura inatingível à sua frente.

Quando foi que nos afastamos do verdadeiro valor do alimento? Quando foi que aceitamos que executivos bem vestidos e políticos prolixos com palavras bem colocadas dissessem o que é bom para nós e para o País. Quando foi que permitimos que nossa vida valesse tão pouco?

E nós, que trabalhamos com alimentação consciente em todas as suas modalidades, estamos esquecendo dos nossos primeiros passos, dos nossos erros e acertos, tombos e enganos. Foram eles que contribuíram para formarmos nossas convicções.

O momento é de cultivar união, fortalecer elos, orientar passo a passo. Pegar pacientemente pela mão aqueles que ainda não sabem bem por onde ir. Esclarecer a real importância da Agricultura: Produzir com qualidade e respeito. Não estamos fabricando armas ou carros, estamos cultivando vida, alimento, futuro.

Só assim venceremos esse horizonte ou nos posicionamos ou em breve estaremos reféns das forças imperiais comandadas por um bando de Darth Vaders do Agronegócio.

Que a força esteja conosco!

terça-feira, 8 de agosto de 2017

Mais Vida!




Cores mais vivas, sabores mais acentuados e produtos mais frescos. Quem tem por hábito usar alimentos orgânicos na elaboração de pratos não titubeia ao responder as vantagens desse grupo de alimentos.
“Quem tem oportunidade de experimentar um tomate não orgânico e um

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Vamos criar uma campanha para a Comida de Verdade?

De publicitário, médico e louco todo mundo tem um pouco, né não? 

Que tal criar sua própria campanha para a comida de verdade? Os slogans já estão prontinhos....



domingo, 30 de julho de 2017

MAC USP ganha café com terraço e vista para o Parque Ibirapuera

Fonte: Catraca Livre

Projetado por Oscar Niemeyer nos anos 1950, o MAC USP tem uma localização privilegiada ao lado do Parque Ibirapuera. Isso sem falar no acervo invejável de arte moderna e contemporânea, com obras de Modigliani, Anita Malfatti, Di Cavalcanti, Picasso, Tarsila do Amaral e Kandinsky.

Agora, além de conferir as exposições no local, é possível perder um tempo todo saboroso no Vista Café, que acaba de inaugurar 
no mezanino do museu. Projetado e decorado por Felipe Protti, do estúdio Prototyp&, o café conta com um grande terraço ao ar livre com espaço para receber até 18 pessoas e mais 56 na área interna.


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