sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Vc quer ajudar o GRAAC sem ter que comer sanduíche?

GRAACC - Combatendo e vencendo o câncer infantil


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Doações financeiras, de pessoas físicas e jurídicas, são uma forma de permitir a continuidade do trabalho do GRAACC. Nosso site permite que você faça uma contribuição direta, totalmente on-line e segura.

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Ciclo de Palestras: Alimentação e Saúde: o que comemos? Tema 1: “Agrotóxicos: riscos à saúde social e ambiental”


Inscrições abertas


A UMAPAZ convida para o Ciclo de Palestras: “Alimentação e Saúde: O que comemos?”, na Escola Municipal de Astrofísica.

O primeiro tema focado será ”Agrotóxicos: riscos à saúde social e ambiental.” A palestra visa propiciar reflexão e diálogo sobre as questões alimentares, a saúde pessoal e pública, a sustentabilidade social e ambiental. Busca valorizar a importância da informação e da troca de experiências envolvendo as questões relacionadas à autonomia das escolhas na busca da transformação social e na direção da saúde da população, da sustentabilidade na agricultura e da melhoria de qualidade de vida para todos.
As decisões cotidianas de consumo, referentes à alimentação, têm grande impacto ambiental, especialmente nos centros urbanos, que não produzem alimentos, mas os importam de outras regiões próximas ou distantes. Além do impacto na saúde das pessoas e, por consequência, no custo social da saúde.
O encontro contará com a presença da agrônoma e advogada Lucia Sales e da arquiteta e artista plástica Susana Prinzendt - da coordenação da Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida.
Facilitadora: Maluh Barciotte - Mestre em Biologia e Doutora em Saúde Pública e Ambiental pela USP. Palestrante e consultora a respeito dos temas: consumo responsável e sustentabilidade, minimização e reciclagem de resíduos, saúde e qualidade de vida, responsabilidade social empresarial (ISO 26000), ética e cultura de paz. Pesquisadora do NUPENS/USP e integrante do Movimento Slow Food Internacional e do Comitê de Ética do SENAC. Diretora de criação do Convivium – Pesquisa e Arte.
Serviço: Ciclo de Palestras: Alimentação e Saúde: o que comemos?
Tema 1: “Agrotóxicos: riscos à saúde social e ambiental”
Dia e horário: 3 de setembro, das 9h às 13h.
Facilitação: Maluh Barciotte
Coordenação: Suely Feldman Bassi e Angélica Berenice de Almeida
Público focalizado: Público em geral; Gestores de instituições públicas e privadas e técnicos nas áreas de saúde, cultura e meio ambiente. Nutricionistas, Cozinheiros e Chefs de cozinha; Supervisores e Agentes de Saúde. Educadores em geral (diretores, coordenadores e docentes de EMEI e EMEF), docentes de segundo e terceiro graus.
Local: Escola Municipal de Astrofísica - Avenida Pedro Álvares Cabral. s/n, Parque Ibirapuera – do lado do Planetário. (Portão 10, somente para pedestres. Portão 3, estacionamento com Zona Azul).

Nutricionista guarda Mc Lanche Feliz por um ano‏


Nutricionista guarda Mc Lanche Feliz por um ano.
Veja o poder dos conservantes
...







Uma reportagem publicada no final de março deste ano pelo jornal britânico Daily Mail deixou seus leitores de boca aberta. Uma nutricionista americana resolveu fazer um teste para constatar se a comida do McDonald's possui conservantes em excesso. O resultado foi assustador.

Durante um ano, Joann Bruso guardou um "Mc Lanche Feliz", um kit composto por sanduíche, refrigerante e batata frita, que acompanham um brinquedo e é vendido para as crianças. "A comida normal tem que se decompor, cheirar mal... Entretanto, o lanche e as batatas não estragaram e isso mostra que as crianças não estão comendo de forma saudável", declarou.


De acordo com a reportagem, Joann deixou o lanche e as batatas descobertos, em cima de uma prateleira em sua casa, no estado americano de Colorado, para checar o que aconteceria. Durante um ano, nenhuma mosca sequer chegou perto do sanduíche. "Eu deixava a janela aberta mas as moscas e outros insetos simplesmente ignoravam o 'Mc Lanche Feliz'".

"A comida é decomposta dentro do nosso organismo, que se aproveita dos nutrientes dela para transformá-los em combustível", explica Joann. "Nossas crianças crescem de forma saudável quando comem comida de verdade".

A nutricionista ainda explica que se o "Mc Lanche Feliz" foi ignorado por bactérias e micróbios que não fizeram a decomposição, isso significa que o corpo da criança também não consegue digerir esse tipo de comida de forma adequada.

Segundo dados apresentados pelo Daily Mail, pesquisas recentes afirmam que o pão da McDonald's possui uma série de conservantes como propionato de sódio. Já o pickles utilizado pela rede de fast-food leva benzoato de sódio.

As batatas fritas, que Joann descreveu como estando "douradas mesmo um ano depois", contém conservantes como ácido cítrico e pirofosfato de ácido de sódio, que mantém sua coloração.
Fonte: 
http://jahcristovoltara.blogspot.com.br/2010/08/nutricionista-guarda-mc-lanche-feliz.html 



Quer saber mais?
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Sustentabilidade começa no nosso quintal


Fotos: Blog do Nosso Quintal para o Mundo Revista Ecológico em 23/08/2012 - 
por Dan Lima e Carol Guilen* - Fonte: Do Nosso Quintal para o Mundo
Sustentabilidade começa em casa! Com essa ideia, fomos convidados pela Ecológico a escrever dicas práticas de sustentabilidade para o seu dia-a-dia. Quinzenalmente, estaremos por aqui compartilhando ideias e experiências de como trazer os conceitos de sustentabilidade para a prática, de maneira descontraída e fácil.
 Descobriremos juntos sobre como manter a saúde, limpar a casa, preparar alimentos, deslocar-se nas grandes cidades, trabalhar e viver em família de forma mais ecológica e leve. Você vai notar que sustentabilidade não é um bicho de sete cabeças, e que cada um de nós, em nossa própria casa, podemos ser “a mudança que desejamos ver no mundo” (GandhI).
 Para estrear a coluna, que tal uma volta pelo quintal?
Sabemos que a maioria dos leitores mora em apartamento, e ter um quintal pode parecer um sonho distante. Por outro lado, mesmo uma varanda ou um cantinho da lavanderia podem virar um mini-quintal muito agradável!
 Muitos de nós temos pais e avós que vieram do interior, e sabemos que há uma ou duas gerações atrás era super comum ter horta em casa, produzindo a maior parte das verduras, frutas e legumes consumidos pela família. Mas ao nos mudarmos para as cidades, o espaço e o tempo diminuíram. Infelizmente, as hortas e os pomares passaram a não mais caber na vida das pessoas. A lógica passou a ser: para que ter pé de limão galego nos fundos de casa, se você pode pegar o carro e ir até o mercado comprar? Para que ter de plantar, regar e podar se você pode pagar por verduras no sacolão do bairro?
Foto: Tomates no quintal
 O problema é que essas mesmas frutas e verduras, na realidade urbana atual, cresceram a pelo menos uns 100 km de distância, à base de muito fertilizante químico e agrotóxicos, vêm convenientemente transportadas por caminhões que emitem gás carbônico. Chegam, assim, às nossas mesas já não tão frescas, embaladas e sem grande parte do sabor e nutrientes originais. Você sabia, por exemplo, que para ter o valor nutricional de uma única maçã de verdade (fresca, colhida na estação própria), às vezes é preciso comer três? É o preço que se paga por ter vegetais disponíveis o dia todo, mesmo fora de época, à nossa conveniência.
 Felizmente, isso está mudando. Uma onda de plantar e colher o próprio alimento está invadindo as cidades. E, ao que tudo indica, não será apenas uma moda, mas uma nova forma de viver nas cidades que virá para ficar. Mesmo em apartamentos pequenos, pessoas conseguem produzir hortaliças e temperos frescos. Paisagistas têm se especializado nisso. Cresce a cada dia o número de vídeos e posts na internet ensinando a plantar em espaços pequenos.
 Ter uma mini-horta em casa é mais simples e gostoso do que você imagina! Logo você estará colhendo aquilo que plantou. Você terá produtos orgânicos à mão, sem ter de pagar os preços mais altos pelo que são geralmente vendidos. O sabor e a textura dos alimentos orgânicos frescos são diferentes, capazes de tornar um simples prato de salada algo muito saboroso. Isso, claro, sem falar na saúde! Estima-se que os brasileiros ingerem em média 5 litros de agrotóxicos por ano! Somos o país que mais usa esse tipo de veneno! Ao plantar em casa, pelo menos temperos e uma ou outra verdura, você terá a oportunidade de ter ingredientes frescos sem ter que sair de casa. Dá uma satisfação grande saber que você pode produzir o seu próprio alimento, e além disso a jardinagem pode ser uma terapia – bem mais agradável do que pegar fila nos supermercados!
Plantando parte do que comemos restabelecemos uma ligação com o ciclo natural de plantar, cuidar, colher e se alimentar. Assim ficamos ao menos um pouco mais autônomos, resilientes (dois conceitos sobre os quais vamos falar muito aqui na coluna, e que têm tudo a ver com sustentabilidade). Se você tiver seu próprio canteiro e ainda fizer compostagem dos restos (aguarde os próximos textos), parabéns, você conseguiu fechar o ciclo. Então vamos lá?
Foto: Maracujá livre de agrotóxicos
 Como começar?
1.        Planeje: escolha o que plantar, levando em conta:
a.        Espaço disponível
b.        Quantidade de sol e vento
c.        Seus hábitos alimentares (o que mais consome?)

2.        Comece pequeno. Procure fazer uma pequena experiência, por exemplo em um vaso, e veja se dá certo e o que pode ser melhorado.
3.        O seu vaso ou canteiro deve ter: cerca de 1/3 de dreno (uma camada de pedras ou argila expandida, uma camada de areia e/ou uma manta bidim), e de 2/3 de terra.
4.        No início, prefira as mudas, pois as sementes demandam sementeira e um pouco de experiência. Procure não quebrar o torrão de terra ao redor da raiz ao fazer o plantio. Cubra de terra apenas até a divisão entre raiz (geralmente menos verde) e o caule.
5.        Plante de acordo com o tamanho do recipiente. Bacias e jardineiras são boas para hortaliças. Já em vasos maiores, é possível plantar arbustos, como manjericão, e até mesmo variedades anãs de frutíferas, como jabuticabeira, pitangueira e limoeiro.
 Quer mais dicas? Visite o blog Do Nosso Quintal para ver como é mais fácil do que você imagina! Aqui em casa adotamos essa idéia e já colhemos, literalmente, os frutos.

*Sobre Dan Lima e Carol Guilen
Ele, advogado, ela, bióloga. Um casal de consultores em Sustentabilidade, fora do escritório: será que dentro de casa é que começa o exemplo?

Crianças idosas: número alarmante de crianças americanas afetadas por doenças de adulto


O que será que elas comem. Quais exercícios praticam? Como será essa família?

As crianças americanas estão apresentando alta incidência de doenças comumente associadas com o envelhecimento e a maturidade adulta, segundo a Divisão de pesquisa da Practice Fusion, que analisa as tendências de saúde pública aproveitando dados da plataforma Electronic Health Record (EHR) (registro eletrônico de saúde) da empresa. O estudo demonstra que as doenças relacionadas à obesidade, como a hipertensão, diabetes tipo II e apneia noturna, atingiram porcentagens alarmantes entre as crianças, apesar da crença errônea generalizada de que essas doenças são exclusivas dos americanos de mais idade.

Para ver o release completo, acesse:

http://www.prnewswire.com/news-releases/elderly-kids-alarming-number-of-us-children-affected-by-adult-onset-diseases-167166535.html?utm_expid=43414375-18&utm_referrer=http%3A%2F%2Fwww.prnewswire.com%2Fsearch-results%2Fnews%2FElderly%2BKids%3A%2BAlarming%2BNumber%2Bof%2BUS%2BChildren%2BAffected%2Bby%2BAdult-Onset%2BDiseases-7-days-page-1

FONTE: Practice Fusion

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Fluorescentes: dos benefícios aos perigos


Ecycle

Mercúrio e chumbo são metais que estão dentro da lâmpada e podem prejudicar nossa saúde. Saiba como evitar a contaminação por essas substancias

A lâmpada fluorescente é um item comum nas residências e locais de trabalho por ser uma opção eficiente e econômica se for comparada com a lâmpada quente comum. Porém, há um aspecto negativo nessa escolha, o interior das  tipo fluorescentes contém mercúrio, substância muito perigosa para nossa saúde.
Em comparação com as lâmpadas incandescentes, existem pontos positivos e negativos. A eficiência energética, a potência da lâmpada e o tempo de vida das fluorescentes são superiores. No entanto, esse tipo de lâmpada pode se quebrar facilmente e, por conta do mercúrio, seu descarte torna-se muito complicado (não existem locais específicos de coleta).
Os riscos do mercúrio
O mercúrio ainda tem a companhia do chumbo na composição das lâmpadas. Segundo a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), o valor máximo de mercúrio que pode estar concentrado em uma unidade é de 100 miligramas de mercúrio por quilo do resíduo. O contato com a substância em níveis mais altos pode gerar sérios problemas de saúde.
O maior problema acontece quando a substância é inalada, ainda mais se a quantia de mercúrio elementar for grande, o que pode causar problemas neurológicos e até hidragirismo (intoxicação que causa tosse, dispnéia, dores no peito e outros problemas mais graves).
No meio ambiente, quando o mercúrio é despejado de maneira irregular em rios, por exemplo, ele volatiza e passa para a atmosfera, causando prováveis chuvas contaminadas. Pode acontecer também de microorganismos absorverem o mercúrio, tornando-o orgânico em vez de metálico. Animais aquáticos e plantas podem reter o mercúrio e assim contaminar o meio ambiente sem que exista chance de descontaminação.
A lâmpada quebrou?
Caso aconteça da lâmpada quebrar-se é preciso estar atento a alguns cuidados. Antes de limpar a área, a primeira coisa a fazer é retirar do local as crianças e os animais, além de não deixar que ninguém toque o material.
Ventilar o ambiente também é importante. Por isso, janelas e portas precisam ser abertas o mais rápido possível. Para retirar os cacos, use luvas e os coloque em um saco plástico que possa ser lacrado para limpar os pequenos pedaços em pó. Use fitas adesivas e papel toalha umedecido para limpar os últimos resíduos que podem passar despercebidos.
Se a lâmpada fluorescente quebrou em cima de roupas de cama ou qualquer outro tipo de material que tenha contato direto com o corpo, o material não deve mais ser usado, mesmo depois de limpo! No caso de corte, procure assistência médica o mais rápido possível.
Descarte e Reciclagem
A reciclagem do material consiste em retirar o mercúrio das lâmpadas fluorescentes, assim elimina-se a possibilidade de contaminações do homem e do meio ambiente. E, por isso, o descarte deve ser bem direcionado e cuidadoso.
A lâmpada quebrou. O que fazer?
1º passo - Proteja o nariz
Como já falamos antes, esse tipo de lâmpada é perigoso por causa dos componentes químicos que ela libera, então o primeiro passo é proteger o rosto. Para isso, use uma máscara de pano ou papel.
2° passo - Proteja as mãos
Evite o contato dos cacos e do pó com qualquer parte do seu corpo. Use luvas de borracha e muito cuidado.
3° passo - Como jogar no lixo
Não só a a gente, como também o catador de lixo pode se machucar. Portanto, alguns cuidados com o descarte dos  cacos é importantíssimo. Coloque os cacos encima de  um pano velho ou fanela, atenção, nunca  jornal e feche bem. Em seguida,  coloque a trouxa dentro de uma sacola plástica e dê um nó.
4° passo - Coleta certa
Não deixe que este material seja levado para aterros comuns! Muitas embalagens deste tipo de lâmpada avisam se o produto é reciclável. Para achar locais que aceitam lâmpadas fluorescentes, acesse a seção de busca de Postos de Reciclagem da eCycle, selecione "Lâmpadas" e encontre o local mais próximo de você.

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Como deixar sua casa mais sustentável Arquitetos sugerem maneiras simples de deixar sua casa mais sustentável, ou melhor, mais amiga do meio ambiente

Publicado em 12/12/2011
Lígia Menezes


Casa sustentável

Lembre-se: também faz parte da casa sustentável uma mudança de atitudes dos moradores
Foto: Dercílio

Uma construção sustentável é aquela projetada para que, no dia a dia, gaste-se o mínimo possível de energia e recursos naturais. Ela começa com a escolha dos materiais, como madeiras reaproveitadas e tintas à base de água, e acompanha toda a execução do projeto. "Sustentabilidade nada mais é do que criar meios para que a nossa existência se sustente sem esgotar os recursos naturais do planeta", explica o arquiteto Bruno Vargas Yoshino, de São Paulo.
Em casas antigas, que foram construídas quando esse conceito ainda não estava tão difundido, também é possível aplicar técnicas sustentáveis e amigas do meio ambiente. A arquiteta Celina Lago, especialista em Conforto e Edificações Sustentáveis, do Rio de Janeiro, indica manter plantas e flores dentro de casa, pois elas ajudam a refrescar o ambiente, dispensando tecnologias que consomem energia elétrica, como ventilador e ar condicionado.
Quer saber mais? Então confira as dicas verdes dos profissionais. Além de contribuir com a preservação ambiental, a diferença poderá ser sentida no bolso e na qualidade de vida que você vai ganhar. "Afinal, é bem melhor estar num lugar com uma brisa natural, com um ar mais fresco e úmido e iluminado pelo sol do que cheio de lâmpadas fluorescentes e com um ar condicionado seco, que polui as vias respiratórias", diz Bruno.
1. Compre os materiais que precisa em locais próximos
O projeto sustentável é aquele que visa o menor gasto de energia e combustíveis. Por isso, vale comprar materiais de construção de lojas e depósitos próximos da sua casa. "O gasto de combustível queimado no transporte dos materiais também conta", diz Bruno.
2. Reutilize materiais antigos
Que tal utilizar na reforma materiais de demolição, que são retirados de casas antigas, como madeiras, pisos de tábua corrida, tijolos maciços, telhas, portas e janelas? Você pode aplicar essa técnica em sua casa. Uma cômoda velha, por exemplo, pode ter sua madeira aproveitada para construção de novos materiais, ou pode ainda ser reformada, com técnicas de decoupagem, para ficar mais moderna.
3. Sem cortinas
Algumas janelas e portas têm a opção de serem duplas, ou seja, veneziana na parte externa e vidro na interna. Isso dispensa o uso da cortina e deixa a casa bem clara, com iluminação natural. Além disso, colocar ladrilhos de vidro nas paredes e claraboias no teto faz com que a casa fique mais clara, inclusive em dias chuvosos, pois aproveita a luz externa.
4. Área verde
Se você não tem espaço para ter um jardim, procure manter vasos dentro de casa, com plantas e flores. Eles ajudam a refrescar o ambiente. Caso você tenha um jardim em casa, em volta dele, coloque um piso que drene bem a água da chuva ou até um gramado. Essa água pode ser reaproveitada para a rega do local.
5. Horta orgânica
Tenha sua própria horta, inclusive em vasos, para cultivar seus temperos. Esses alimentos serão livres de agrotóxicos, portanto, mais saudáveis e saborosos.
6. Captação de água da chuva
Alterar o projeto das calhas para que elas captem a água da chuva também é uma boa maneira de tornar a casa mais sustentável. Essa água pode ser utilizada para lavar pisos e regar plantações, como as hortas caseiras e vasos de flores.
7. Tintas ecológicas
As tintas à base de água são consideradas ecológicas, pois não têm cheiro e contribuem para uma melhor respiração e transpiração das paredes, já que as demais tintas tornam a parede impermeável e possuem componentes tóxicos que podem causar alergias às pessoas e animais.
8. Mudança de atitudes
Também faz parte da casa sustentável uma mudança de atitudes dos moradores que nela vivem, como implantar a coleta seletiva (separando o lixo orgânico do lixo reciclável) e racionamento de energia elétrica e água.


Ranking de 100 alimentos cheios de sódio Selecionamos os itens repletos deste elemento. Surpreenda-se: tem até doce!

Saúde Abril por Diogo Sponchiato e Thaís Manarini

Alimento
Porção
Quantidade de sódio
1. Macarrão instantâneo de galinha
1 pacote, 85 g
1 951 mg
2. Macarrão instantâneo de carne em copo
1 unidade, 64 g
1 859 mg
3. Lasanha congelada à bolonhesa
1/2 unidade, 325 g
1 734 mg
4. Tempero pronto para arroz
1 col. de chá, 5 g
1 645 mg
5. Macarrão instantâneo de galinha em copo
1 unidade, 64 g
1 642 mg
6. Carne-seca cozida
100 g
1 443 mg
7. Macarrão instantâneo de carne
1 pacote, 85 g
1 389 mg
8. Lasanha congelada de quatro queijos
1/2 unidade, 325 g
1 284 mg
9. Bacalhau refogado
100 g
1 256 mg
10. Caldo de carne
1/2 cubo, 4,5 g
987 mg
11. Caldo de galinha
1/2 cubo, 4,5 g
979 mg
12. Tempero pronto para feijão
1 col. de chá, 5 g
935 mg
13. Mistura para sopa instantânea de cebola
1 col. de sopa, 11 g
899 mg
14. Molho à base de soja
3 col. de chá, 15 ml
855 mg
15. Mistura para sopa instantânea de galinha e macarrão
2 col. de sopa, 19 g
855 mg
16. Misto-frio
1 unidade, 110 g
806 mg
17. Frango à milanesa recheado congelado
1 unidade, 130 g
789 mg
18. Nuggets de frango
5 unidades, 130 g
742 mg
19. Ovinhos de amendoim
3 col. de sopa, 45 g
687 mg
20. Sardinha em conserva
4 unidades, 100 g
666 mg
21. Hambúrguer de carne
1 e 1/2 unidade, 80 g
583 mg
22. Queijo parmesão
1 fatia, 30 g
553 mg
23. Hambúrguer de frango
1 unidade, 80 g
421 mg
24. Bacon
1 fatia, 20 g
384 mg
25. Frango à passarinho congelado
2 e 1/2 unidades, 100 g
324 mg
26. Pão francês
1 unidade, 50 g
320 mg
27. Extrato de tomate pronto
3 col. de sopa, 60 g
316 mg
28. Batata chips ondulada
3 xícaras, 50 g
308 mg
29. Patê de sardela pronto
2 col. de sopa, 40 g
280 mg
30. Torradinhas para canapés
15 unidades, 30 g
268 mg
31. Batata palha
1 xícara, 50 g
262 mg
32. Pepino em conserva
1/4 de xícara, 50 g
255 mg
33. Bolacha de grãos integrais
7 unidades, 30 g
255 mg
34. Bolo de abacaxi pronto
1 fatia, 60 g
242 mg
35. Bisnaguinha
2 e 1/2 unidades, 50 g
239 mg
36. Bolo de chocolate pronto
1 fatia, 60 g
234 mg
37. Pão de fôrma integral
2 fatias, 50 g
234 mg
38. Bolacha salgada de queijo
3 unidades, 25 g
226 mg
39. Bolacha água e sal
7 unidades, 30 g
223 mg
40. Biscoito de polvilho
5 e 1/2 unidades, 15 g
203 mg
41. Tomate seco em conserva
2 col. de sopa, 40 g
200 mg
42. Pão de hot dog
1 unidade, 50 g
197 mg
43. Cereal matinal de chocolate
3/4 de xícara, 30 g
193 mg
44. Pão sírio
1 unidade, 50 g
184 mg
45. Cereal matinal adocicado tradicional
3/4 de xícara, 30 g
176 mg
46. Mistura para bolo de chocolate
3 col. de sopa, 35 g
175 mg
47. Queijo mussarela
1 fatia, 30 g
174 mg
48. Atum em conserva
1 col. de sopa, 45 g
163 mg
49. Bolinho de morango
1 e 1/2 unidade, 60 g
159 mg
50. Pão de fôrma
2 fatias, 50 g
150 mg
51. Molho de salada sabor parmesão
1 col. de sopa, 13 ml
134 mg
52. Leite integral
1 copo, 200 ml
130 mg
53. Leite desnatado
1 copo, 200 ml
130 mg
54. Achocolatado pronto
1 unidade, 200 ml
130 mg
55. Iogurte natural
1 copo, 200 g
128 mg
56. Maionese
1 col. de sopa, 12 g
126 mg
57. Bolacha de leite
6 unidades, 30 g
115 mg
58. Rosquinha de coco
6 unidades, 30 g
110 mg
59. Molho de vinagre balsâmico
1 col. de sopa, 12 ml
110 mg
60. Leite em pó
2 col. de sopa, 26 g
105 mg
61. Amendoim torrado
1 col. de sopa, 15 g
103 mg
62. Rocambole pronto
2 e 1/2 fatias, 60 g
103 mg
63. Queijo ralado
1 col. de sopa, 10 g
100 mg
64. Energético
1 lata, 250 ml
100 mg
65. Bolacha recheada de chocolate
3 unidades, 30 g
100 mg
66. Salgadinho de milho
2 e 1/2 xícaras, 25 g
96 mg
67. Bebida isotônica
1 copo, 200 ml
92 mg
68. Barrinhas de wafer recheadas e cobertas com chocolate branco
4 unidades, 30 g
91 mg
69. Bolacha de maisena
7 unidades, 30 g
89 mg
70. Catchup
1 col. de sopa, 12 g
89 mg
71. Chá de limão em lata
1 lata, 340 ml
86 mg
72. Bolacha doce sem recheio
5 unidades, 30 g
85 mg
73. Ricota
1 fatia, 30 g
85 mg
74. Barrinhas de wafer recheadas e cobertas com chocolate ao leite
4 unidades, 30 g
81 mg
75. Granola tradicional
1/2 xícara, 40 g
78 mg
76. Achocolatado com malte em pó
3 col. de sopa, 30 g
75 mg
77. Batata chips ao forno
1 e 1/2 xícara, 25 g
68 mg
78. Água de coco
1 unidade, 330 ml
66 mg
79. Pó de cappuccino
2 col. de sopa, 20 g
64 mg
80. Queijo de minas
1 fatia, 30 g
63 mg
81. Margarina
1 col. de sopa, 10 g
60 mg
82. Bolacha wafer de chocolate
4 unidades, 30 g
53 mg
83. Pão de mel
2 unidades, 30 g
51 mg
84. Achocolatado em pó
3 col. de sopa, 30 g
42 mg
85. Paçoca
1 unidade, 22 g
41 mg
86. Sorvete de flocos
1 bola, 60 g
37 mg
87. Bolacha wafer de morango
4 unidades, 30 g
36 mg
88. Castanha de caju
1 colher de sopa, 15 g
36 mg
89. Suco em pó
1 saquinho, 30 g
34 mg
90. Refrigerante tipo cola zero
1 copo, 200 ml
28 mg
91. Chocolate branco
3 e 1/2 quadradinhos, 25 g
26 mg
92. Espaguete
1 prato, 80 g
20 mg
93. Barra de cereais com chocolate
1 unidade, 22 g
19 mg
94. Refrigerante de limão
1 copo, 200 ml
15 mg
95. Suco de soja de frutas
1 copo, 200 ml
13 mg
96. Arroz integral
1/4 de xícara, 50 g
12 mg
97. Chocolate ao leite
3 e 1/2 quadradinhos, 25 g
11 mg
98. Refrigerante tipo cola
1 copo, 200 ml
10 mg
99. Néctar de uva
1 copo, 200 ml
4,8 mg
100. Água mineral
1 garrafa, 500 ml
0,55 mg



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