quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Estão tentando nos enganar – Biscoito PASSATEMPO


Do Blog Alimentação e Saúde -

Propaganda enganosa da Nestlé?

Se olharmos com atenção os detalhes da “fachada” do produto biscoito recheado Passatempo, percebe-se a seguinte frase:
“Biscoito recheado sabor chocolate alpino rico em cálcio.”




Vá aos ingredientes do Passatempo: o único componente que pode ter alguma relação com a frase destacada é o cacau em pó. Mas cacau em pó é ingrediente de quase todos os chocolates do mercado.

Para não parecer que a afirmação é leviana, vamos ao site da Nestlé. Quem sabe o Alpino e o Passatempo têm algo em comum que seja diferente dos demais produtos?

Ingredientes do Chocolate Alpino: açúcar, cacau, leite em pó integral, soro de leite em pó, gordura vegetal, gordura anidra de leite, emulsificantes lecitina de soja e ricinoleato de glicerila e aromatizantes. Contém Glúten. Contém traços de castanha de caju e amendoim.

Ingredientes do chocolate Classic: açúcar, cacau, leite em pó integral, soro de leite em pó, gordura vegetal, gordura anidra de leite, emulsificantes lecitina de soja e ricinoleato de glicerila e aromatizante. Contém Glúten traços de castanha de caju e amendoim.

A única diferença entre os dois é um “s” no plural da palavra aromatizante, no Alpino. Se são estes aromatizantes a mais que o Alpino tem e que estariam presentes no Passatempo, a Nestlé teria que dizer “com aroma de chocolate Alpino” e não “com sabor …”.

Logo a expressão “sabor chocolate alpino” não tem respaldo na lista dos ingredientes do Passatempo. Poderia ser igualmente “sabor chocolate Classic”. Como, pelo jeito, poderia ser sabor a qualquer outro chocolate.

Pelo lado inverso, a Nestlé se aproveita do fato de que é difícil provar que este biscoito, bombadíssimo em açúcar, não tem sabor de chocolate alpino, uma vez que este sabor é um conceito vago e indefinido.

A não ser que o cacau em pó usado neste biscoito venha dos Alpes .

Você tem idéia de por que a Nestlé faria uma coisa dessas com seus clientes?

O site da empresa afirma que “Promover a cultura da boa alimentação, respeitar o consumidor e a identidade de cada povo, valorizar seus colaboradores e aplicar a tecnologia a serviço da vida são preocupações básicas da Nestlé, desde sua origem.”
......................................................

É gente leitura de rótulos é essencial para não ser enganado. Acho importante citar um trechinho de um livro bem legal que estou "devorando" no momento

"Eis o fato mais impressionante da tecnologia moderna. Permite-nos - estimulam-nos até - comer coisas que não são comida. Assim, aqui estão algumas regras que vc não pode esquecer.

Verifique os ingredientes - eles devem ser naturais. E os melhores alimentos são os que não precisam de rótulos para que vc saiba o que são! Do livro A não dieta dos franceses do Dr. Will Clower. 

Pois é se lermos os ingredientes nem perderíamos tempo com a Nestlé, cheia de aditivos químicos em seus produtos.
Nadia Cozzi

Marcos Palmeira trabalha e atende clientes em sua loja de alimentos orgânicos


Marcos Palmeira é atencioso com os clientes de sua loja

5/28

NOTÍCIA PUBLICADA HOJE, QUINTA-FEIRA 28 FEVEREIRO 2013 , 12:31 no Blog Pure People

Marcos Palmeira é atencioso com os clientes de sua loja
Marcos Palmeira é atencioso com os clientes de sua loja

  • Marcos Palmeira carrega mercadorias
  • Marcos Palmeira atende clientes em sua loja de produtos orgânicos, na zona sul do Rio, em 27 de fevereiro de 2013
  • O Armazém Vale das Palmeiras tem produtos com a foto de Marcos Palmeira na etiqueta
  • Marcos Palmeira atende clientes e amigos em sua loja
  • Marcos Palmeira é atencioso com os clientes de sua loja
  • Marcos Palmeira é dono do de Armazém Vale das Palmeiras
  • Marcos Palmeira se dedica ao novo negócio
  • Marcos Palmeira tem uma loja de produtos orgânicos, no Rio
  • Marcos Palmeira é um empresário dedicado e carrega mercadorias
  • Marcos Palmeira observa seus clientes
  • Marcos Palmeira vai todos os dias trabalhar em sua loja de produtos orgânicos
  • Marcos Palmeira ajuda a organizar os produtos
  • Marcos Palmeira organiza os itens de sua loja
  • Marcos Palmeira carrega caixote com produtos
  • Marcos Palmeira pega pesado em sua loja
  • Marcos Palmeira é flagrado arrumando produtos em sua loja
  • Marcos Palmeira é fotografado ajudando no trabalho de sua loja de produtos orgânicos
  • Marcos Palmeira conversa com seus clientes
  • Marcos Palmeira observa as caixas de produtos
  • Marcos Palmeira dedica-se ao seu novo negócio
  • O Armazém Vale das Palmeiras vende produtos da fazenda de Marcos Palmeira
  • Os produtos têm Marcos Palmeira na embalagem
  • O Armazém Vale das Palmeiras vende produtos orgânicos
  • Os produtos do Armazém Vale das Palmeiras são bem procurados pelos moradores da zona sul carioca
  • Marcos Palmeira inaugurou sua loja no dia 2 de fevereiro
  • Marcos Palmeira sempre foi fã de uma alimentação saudável
  • Marcos Palmeira é ator e empresário
  • Marcos Palmeira conversa com amigos e clientes no dia da inauguração de sua loja

Fraldada, encontro de fraldas de pano

O Instituto Pedro Cozzi sempre incentiva projetos a favor do Parto natural, Amamentação, Alimentação Consciente e não poderia deixar de divulgar essa Slingada e Fraldada.


Informações:

Espaço Nascente
Rua Grajaú, 599 - Sumaré - São Paulo - SP

(11) 3672-6561 / 2548-6383



quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

OS GATOS NEUTRALIZAM AS ENERGIAS NEGATIVAS E AS COLOCAM EM MOVIMENTO.


A primeira descoberta foi que os gatos dormem muito porque precisam repor as energias que perdem enquanto fazem a limpeza do ambiente. Isso não é uma novidade, porque já no antigo Egito eles eram e ainda são considerados animais sagrados, porque simbolizam exatamente isso: a limpeza, a higiene, tanto do ambiente como a deles mesmo.

Preste atenção onde seu bichano gosta de dormir, normalmente eles procuram locais onde existe alguma energia parada, essa energia não é necessariamente negativa, mas também não é boa tê-la sem utilidade. Assim, o gato é na verdade, uma espécie de filtro, enquanto dormem transformam a energia ou a colocam em movimento.

Gatos gostam de dormir em locais de vertente subterrânea de água, falhas geológicas, radiações telúricas. Comprovado pela Geobiologia e pela Radiestesia, estes locais afetam a saúde das pessoas, provocando doenças e depressão entre outras.

Assim o gato pode ser uma forma de nos prevenir destes pontos. Repare se seu gato gosta de dormir na sua cama, por exemplo.

Outra lenda ligada aos gatos é o fato de possuírem sete vidas.

Esta questão está associada ao seu campo vibratório perfeito, ou seja, o gato é o animal que mais neutraliza o negativo, se colocarmos numa escala, neutralizaria 100%, daí a questão das sete vidas.

O Gato também é o único animal que, como o ser humano, tem sete camadas da aura e mais do que isso, são duplas.
Isso faz com que ele tenha oito sentidos, três a mais do que o normal, que são cinco. Isso é percebido pela sua independência e, podemos dizer sua terceira visão. Quem nunca prestou a atenção em um gato acompanhando o olhar para algo que não conseguimos ver?

É comum os gatos perceberem outras presenças nos ambientes.

Além disso, é o único animal da Terra que emite um som vibratório, o “ronronar” quando está em harmonia.
Neste momento ele está sintonizando seu campo com o da pessoa ou neutralizando seu próprio campo negativo, por isso é aconselhável pegar um gato no colo pelo menos uma vez ao dia.

Fonte: www.cienciasparalelas.com.br. www.gatil-almadegato.com.br

Vc já teve um Fiat !47? Eu já , o nome dele era Genaro. rssss.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Somos capazes de conter o desmatamento, mas não conseguimos incentivar restauração, diz assessora de Meio Ambiente de SP

Fonte:FIESP -
26 de fevereiro de 2013.

Em reunião do Conselho de Meio Ambiente da Fiesp, engenheira agrônoma Helena Carrascosa von Glehn defende a aplicação mais vigorosa de pagamento por serviços ambientais a moradores das imediações de áreas naturais

Alice Assunção, Agência Indusnet Fiesp


Helena Carrascosa: 'Estipular um pagamento pelos serviços ambientais é uma coisa que gera recurso adicional e tenderia a funcionar com sustentabilidade'

Existem áreas em São Paulo cuja preservação é muito simples: basta proteger e a vegetação se regenera sozinha. Mas há ambientes onde recuperar um hectare de floresta custa mais caro do que plantar um de café, cana, laranja ou outra cultura.

A reflexão é da assessora técnica do Gabinete da Secretaria de Meio Ambiente do Estado de São Paulo, Helena Carrascosa von Glehn, ao debater o tema, nesta terça-feira (26/02), durante a reunião do Conselho Superior de Meio de Ambiente (Cosema) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

Segundo a engenheira agrônoma, o Estado de São Paulo chegou a um patamar eficiente de controle do desmatamento, mas a gestão para incentivar a recuperação de áreas devastadas ainda é insuficiente.

“Hoje a gente é capaz de conter o desmatamento, mas não consegue, com os instrumentos de comando e controle, incentivar a restauração das áreas que precisam”, afirmou. “Chegamos ao limite. E, por mais eficiente que seja na fiscalização, a gente não consegue restaurar o tanto que precisaria. Essa é a realidade de São Paulo hoje”, pontuou.

De acordo com a assessora, algumas regiões do interior de São Paulo já registram áreas com apenas meio por cento de vegetação nativa, enquanto cerca de 120 mil quilômetros de curso d´água estão desprotegidos. “Isso significa erosão, perda de recurso natural e de dinheiro”, salientou.

Recursos financeiros
Para recuperar áreas, a especialista defende a aplicação mais vigorosa do modelo PSA (Pagamento por Serviços Ambientais), regime no qual moradores e produtores próximos a áreas naturais recebem recursos financeiros para protegê-las.

“Quando a gente fala em pagamento por serviço ambiental, fala em pagar por uma atividade que favorece a geração de serviço ambiental”, explicou. “A gente paga por alguma coisa que alguém faz e isso aumenta a geração dos serviços ecossistêmicos, o que gera reflexos positivos, inclusive, fora daquela propriedade”, acrescentou.

Serviços ambientais são recursos como água, ar limpo, nutrientes para o solo, diversidade genética, equilíbrio climático, que a natureza oferece à humanidade.

Helena Carrascosa acredita que estipular um pagamento por esses serviços “é uma coisa que gera recurso adicional e tenderia a funcionar com sustentabilidade”. A engenheira citou como exemplo bem-sucedido o serviço de abastecimento de água em Nova York.

“Eles fizeram a conta e concluíram que era mais barato cuidar da bacia do que construir uma estação sofisticada para tratar a água. Hoje o serviço de água de Nova York paga os proprietários rurais que estão próximos à bacia para fazerem determinados manejos de suas propriedades. Com isso, eles têm uma água de boa qualidade e não precisam gastar uma fortuna”, concluiu.

Galeria de Arte do Sesi-SP expõe A Arte da Tapeçaria – Tradição e Modernidade

Fonte: FIESP
14 de fevereiro de 2013

Amostra reúne tapeçarias murais com obras de 39 artistas internacionais, como Vik Muniz, Arpad Szenes, Almada Negreiros, Burle Marx, entre outros

Dulce Moraes, Agência Indusnet Fiesp

Até março, quem passar pela Avenida Paulista poderá apreciar uma exposição inédita no Centro Cultural Fiesp dedicada à arte milenar da tapeçaria.

A mostra A Arte da Tapeçaria – Tradição e Modernidade reúne, pela primeira vez no Brasil, 48 tapeçarias de Portalegre, do Alentejo. A região é conhecida por suas tapeçarias murais decorativas que reproduzem obras de pintores famosos, por meio de uma técnica manual.




Nos murais, o público pode ver obras de 39 artistas contemporâneos consagrados: Almada Negreiros, Camarinha, Júlio Pomar, Eduardo Nery, Le Corbusier, Vieira da Silva, Vik Muniz, Arpad Szenes, Graça Morais, Sonia Delaunay, Bruno Munari, Pedro Calapez, Lourdes Castro, Álvaro Siza, Rigo 23, Rui Moreira, Jean Lurçat, Hans Erni, Burle Marx e Joana de Vasconcelos.

Com a curadoria de Luís Neves, a mostra é uma iniciativa do Sesi-SP, em parceria com a Espírito Santo Cultura (RJ) e a Manufactura de Tapeçarias de Portalegre, em comemorações do Ano Brasil-Portugal. A entrada é franca.

Giro pela história e pela técnica
Além do valor histórico e artístico desse tipo tão peculiar de tapeçarias portuguesas, o público irá descobrir como, a partir dos teares de Portalegre, são produzidas essas obras únicas, desde a criação dos cartões originais, a ampliação e transposição com a técnica dos desenhistas e a execução da tapeçaria com a maestria das tecedeiras.

Para se aproximar ao máximo do desenho original, os artistas contam com mais de 7 mil cores em lã e combinações. Cada trama é formada por oito fios de lã, escolhidos criteriosamente em busca de se manter a fidelidade às obras de arte.

Origens
Herdeira da tradição francesa e belga de tapeçaria mural, a tapeçaria de Portalegre foi considerada por Jean Lurçat, grande renovador dessa arte no século 20, a melhor do mundo.

A Manufactura de Tapeçarias de Portalegre, foi fundada em 1946, no interior de Portugal, por Guy Fino e Celestino Peixeiro, e marcou a virada na história da tapeçaria mural.

A organização adotou uma nova técnica de tecelagem, conhecida como o Ponto de Portalegre, e associou sua produção a grandes nomes da arte contemporânea portuguesa e internacional.

Trata-se de uma das últimas manufaturas no mundo a trabalhar com um bem cultural desta natureza de forma completamente manual. Atualmente, reúne mais de 200 artistas consagrados que produzem suas obras em tapeçaria de Portalegre.

Agende-se!
Exposição A Arte da Tapeçaria – Tradição e Modernidade

Entrada franca
De 8 de dezembro de 2012 a 10 de março de 2013
Local: Galeria de Arte do Sesi-SP – Centro Cultural Fiesp – Ruth Cardoso (Av. Paulista, 1313 – Metrô Trianon-Masp) O espaço tem acessibilidade.
Datas e horários: segunda-feira, das 11h às 20h; terça a sábado, das 10h às 20h; e domingo, das 10h às 19h (entrada até 20 minutos antes do fechamento)

Agendamentos escolares e de grupos devem ser realizados pelo telefone (11) 3146-7439 de segunda a sexta-feira, das 10h às 13h e das 14h às 17h,

Mais informações: (11) 3146-7405 e 7406

Iniciativas sociais transformam comunidades e são premiadas em Brasília

Fonte:Kelly Oliveira, da Agência Brasil



Uma boneca de pano e a ideia de trabalhar a aceitação e o respeito a pessoas com deficiência mudou a realidade de alunos do primeiro ano da Escola Estadual de Ensino Médio Albatroz, em Osório (RS). Autora do projeto, a professora Iara Teresinha Ribeiro conta que decidiu usar a internet como ferramenta de alfabetização das crianças e, com isso, teve a ideia de criar uma amiga virtual dos alunos.

“Eles brigavam em sala e não se aceitavam. Viram crianças [com deficiências em pesquisas na internet] e se chocaram”, contou. “Como as crianças precisam tocar, criamos a boneca de pano”, disse. Os alunos deram à boneca o nome de Melinda Estrela e aprenderam que a “nova estudante”, com deficiência, devia receber atenção e cuidado dos colegas. Nos finais de semana, os alunos levam a boneca para casa, o que envolveu as famílias no projeto. “Quando eles iam levar a Melinda para a casa, eu avisava: ela não gosta de brigar e de palavrões, mas de conversar. E isso mudou as famílias”, disse.

“A gente sempre quis trabalhar a inclusão, no sentido da afetividade, de receber o outro, de aceitar. Uma turma de crianças que brigava e não se aceitava transformou-se em uma turma de amigos inseparáveis”, acrescentou a professora, orgulhosa em ter alfabetizado os alunos de 5 e 6 anos. A meta para este ano é trabalhar as diferenças de etnias na nova turma de alunos.

O projeto foi um dos vencedores do 3º Concurso Aprender e Ensinar – Tecnologias Sociais, que premia iniciativas de professores de todo o país. As tecnologias sociais são soluções simples, de baixo custo e capazes de promover transformação social em uma comunidade.
...............................................

Construir cisternas 80% mais baratas também foi outra iniciativa premiada. Na cidade de Bela Cruz, no Ceará, a seca motivou Fernando de Vasconcelos a criar uma cisterna usando o caule da bananeira. “O projeto foi desenvolvido para resolver dois problemas. O primeiro é ambiental, o desperdício da bananeira. O segundo é a seca. A gente tem enfrentado a pior seca dos últimos 40 anos. Isso tem sido muito sacrificante para a população cearense”, explicou.

A composição da cisterna é 80% de fibra do caule da bananeira, 5% de areia e 15% de cimento. Foram construídas dez unidades, que podem ser usadas pelas famílias da área rural Baixa Nova. Vasconcelos espera, agora, apoio do governo para levar o projeto adiante.
.....................................................

Entre os premiados, está um jogo digital desenvolvido por estudantes de programação de Telêmaco Borba, no Paraná. “Observamos que os jogos geralmente são de super-heróis estrangeiros ou de operações militares americanas”, contou Rafael João Ribeiro, representante do projeto. No jogo, disponível na internet, os super-heróis são palhaços que levam alegria a crianças hospitalizadas em Curitiba.
........................................................

Um outro jogo foi apresentado no concurso. Para mobilizar estudantes do ensino médio da periferia da capital federal, a professora Alessandra de Araújo Silva decidiu levar para sala de aula um “Jogo Eleitoral”, que simula todas as fases do período eleitoral. Os estudantes criaram partidos políticos, plataformas eleitorais e fizeram marketing político. Os cerca de 350 alunos participaram de debates e escolheram representantes fictícios.

“Ver o jovem tímido e introspectivo participando e crescendo é muito recompensador. Eles foram se localizando, descobrindo potencialidades e, principalmente, descobrindo o funcionamento da política no país”, relatou Alessandra, uma das 65 finalistas.

O concurso recebeu 4.698 inscrições. Os seis vencedores vão participar do Fórum Social Mundial 2013, na Tunísia, em março. O concurso é promovido pela Revista Fórum e a Fundação Banco do Brasil.

*Colaborou Heloisa Cristaldo

(Agência Brasil)

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Sonhos num potinho


O Pedro Gabriel é um amigo querido que ilustra guardanapos, sobretudo com a alma.
Nós já ilustramos alguns posts com o tema sonhos, aqui e aqui.
Hoje, tivemos a oportunidade de receber guardanapos físicos, que ele fez questão de enviar. Tanto carinho assim só pode ser recebido com um muito obrigada!

Mais sobre o projeto dos guardanapos na fanpage do Eu me chamo Antônio.

Para onde vão os sonhos quando o sonhador acorda?
Este é um projeto que além de guardar sonhos, tem a intenção de levá-los de volta aos seus sonhadores através de um postal.
O que você sonhou hoje?


Quer guardar seus sonhos num potinho?
Você conta o que sonhou através do formulário anexo para que ele seja publicado. Depois, artistas convidados que se engajarem no projeto poderão escolher seu sonho para desenhá-lo.
Desta forma, existe a possibilidade de você ganhar um postal ilustrado deste sonho. Não é demais?
Notas importantes:
1. O projeto consiste em publicar os sonhos das pessoas, de forma anônima, e presentear os sonhadores com um postal, de forma gratuita e sem prazo determinado.
2. Nenhum dado pessoal será divulgado.
3. O envio deste sonho não garante que ele seja ilustrado, visto o projeto Sonhos num Potinho contar com a parceria de artistas que escolhem por si só qual sonho desejam ilustrar.


Torne-se um Onironauta



Fonte: Vida Simples edição 129

Vc sabe o que significa essa palavrinha esquisita?
Onironautas são exploradores dos sonhos, que podem até mesmo dominá-los e direcioná-los para onde quiserem.
O termo foi cunhado pelo psicofisiologista Stephen La Berge, da Universidade de Stanford, especialista em pesquisas sobre sonhos lúcidos.
Entre no site lucidity.com e veja as dicas de como se lembrar dos sonhos e desenvolver assim, a capacidade de controlá-los com mais facilidade.

1) Anote diariamente os sonhos. Deixe um caderninho ao lado de sua cama junto com lápis ou caneta para anotar assim que acordar.
 2) Quando estiver adormecendo, diga a si mesmo que pretende se lembrar dos sonhos ao acordar. De manhã antes de qualquer coisa pense no sonho.
3) Anote todos os sonhos que lembrar, podem ser pedacinhos, sensações ou rostos. Com o tempo vc lembrará de mais coisas.

Sete erros dos pais quando os filhos começam a comer sozinhos


Dar bronca pela bagunça ou ficar impaciente com a demora para terminar a refeição: veja os erros que os pais mais cometem nessa fase do desenvolvimento da criança.


Comer sem a ajuda dos pais é um processo de aprendizagem pelo qual toda criança deve passar. Normalmente até um ano de idade as mãos são o principal instrumento para conseguir levar comida à boca. A idade pode variar, mas geralmente entre dois e três anos a coordenação melhora e usar garfo ou colher fica mais fácil. A faca, sem ponta, só para mais tarde, por volta dos quatro anos.

undefined
Aprender a comer sem o auxílio de um adulto é um desafio para as crianças



Muitas vezes sem se dar conta, os pais podem dificultar essa nova etapa do desenvolvimento das crianças. O Delas conversou com cinco especialistas no assunto que listaram os erros mais comuns cometidos pelo pais quando os filhos começam a comer sozinhos.
Não deixar usar as mãos
Toda criança, de acordo com a nutricionista Camila Podete, consultora responsável pela Nutri Materno Assessoria Nutricional, começará a se alimentar com as possibilidades que encontrar. As mãos serão bastante utilizadas até que ela entenda que pode usar talheres e aprenda como manuseá-los.
Com aproximadamente um ano de idade, segundo Evelyn Lorca Rivera, especialista em nutrição pediátrica e escolar e autora do livro “Incentivo à alimentação infantil de maneira saudável e divertida: Dicas práticas desde o nascimento” (Editora Metha), a criança já levará os alimentos à boca com frequência e os pais devem lembrar que “esse não é o momento de perfeição, mas do prazer de comer”, afirma Evelyn.
Ser impaciente e apressado
Muitas vezes os pais estão com tanta pressa que decidem pegar o talher e dar comida na boca da criança na esperança que ela termine logo a refeição – e impedindo que ela se alimente sozinha. Essa atitude dificulta o aprendizado e a nutricionista Elaine de Pádua, especialista em alimentação na infância e adolescência e autora do livro “O que tem no prato do seu filho?” (Editora Alles Trade), avisa: a criança pode ficar cada vez mais dependente para se alimentar e demorar mais para desenvolver a coordenação necessária.

Não dar o exemplo
As crianças costumam seguir o exemplo dos adultos. Por isso, segundo Camila Podete, os pais devem procurar estar presentes nas refeições. Se isso não acontecer, não terá em quem se basear para aprender a comer de forma independente.
Para Elaine de Pádua, a criança que vira e mexe come sozinha, usualmente antes dos pais, pode perder o interesse pela comida. Ou então, de acordo com a pediatra Alessandra Cavalcanti, do Hospital e Maternidade São Luiz, é possível que o pequeno se torne aquela criança difícil de ficar quieta no restaurante.

Thinkstock/Getty Images
Sujar a roupa, a mesa e até mesmo o chão é comum quando a criança está aprendendo a comer sozinha

Brigar com a criança por causa da bagunça
O primeiro erro que os pais costumam cometer é o de não deixar os filhos à vontade. Quando eles começarem a querer comer sem ajuda, é preciso deixá-los. A criança provavelmente irá sujar as mãos, o babador, a roupa, a mesa e até o chão. Essa liberdade, de acordo com Elaine de Pádua, é importante para a criança se sentir mais curiosa e atraída pela comida. É preciso lembrar que ela está aprendendo e não é logo de cara que terá bons modos. Coloque-a em algum lugar onde a sujeira é permitida.
Insistir na sopa e na papinha
Outro erro comum dos pais, segundo Alessandra Cavalcanti, é não oferecer alimentos de consistência adequada à idade. A partir de cerca de um ano de idade a criança já pode comer de tudo e é preciso estimulá-la para que tenha uma alimentação equilibrada e para que mastigue os alimentos. É preciso entender também que será mais difícil para o pequeno comer sozinho uma sopa do que pedacinhos de legumes.
Antes de um ano de idade, a nutricionista Kelen Martins, da Nutrir e Brincar - Assessoria e Consultoriaem Nutrição Infantil, indica que os pais ofereçam aos filhos alimentos que dissolvam facilmente na boca, como macarrão e legumes. A criança poderá pegá-los com a mão.
Não montar um ambiente convidativo
Deixar a criança interessada na comida é essencial para que ela aprenda a se alimentar corretamente. Por isso, talheres e pratos coloridos e atrativos são essenciais. Se ela não gosta de salada, por exemplo, mas na hora de comer os pais usam a cenoura ralada para fazer um cabelinho e tomates-cereja para os olhos, não há criança que não se empolgue. “Isso faz com que ela se sinta incentivada”, comenta Elaine de Pádua.

Colocar filmes ou desenhos durante a refeição
Evite filmes ou desenhos na hora da alimentação: para a criança, eles são atrativos que tiram o foco da refeição. Além disso, Elaine de Pádua comenta que fazer aviãozinho quando a criança ainda é pequena pode dificultar no futuro, já que ela também não estará prestando atenção na comida. “Os pais correrão o risco de ver a criança jogar comida pelos ares, mas sem a colher”, alerta Kelen Martins.

Confira o projeto A Gente Transforma, do arquiteto Marcelo Rosenbaum



O projeto A Gente Transforma, do arquiteto 

Marcelo Rosenbaum, trabalha com a premissa de que a arte pode mudar uma comunidade
Publicado em 14/12/2010
Conteúdo Vida Simples


Arquitetura que transforma
O projeto A Gente Transforma unifica a comunidade por meio da arte
Foto: Reprodução
Um dos nomes à frente do projeto A Gente Transforma, o arquiteto e designer Marcelo Rosenbaum acredita que a arte pode mudar uma comunidade para melhor. Confira a entrevista.

A Gente Transforma é um projeto colaborativo. Como se dá a interação entre os diversos profissionais envolvidos?
Participaram a equipe do projeto, os moradores da comunidade, universitários do Brasil e do exterior, empresas e voluntários. O A Gente Transforma faz uso das cores para despertar a criatividade e realizar mudanças dentro de uma comunidade, elevando sua autoestima e colocando o poder de transformação nas mãos dos moradores.

Como o design pode despertar o sentimento de autoestima em populações menos favorecidas?
Morar é algo realmente importante quando falamos de valores como identidade cultural, autoestima, cultura popular, memória e inclusão. Em nossos projetos, buscamos enxergar a casa como um elemento capaz de elevar a autoestima do brasileiro, onde a memória pessoal e as raízes culturais têm lugar de destaque, como uma forma de incluir a própria história no ambiente. No caso do A Gente Transforma, as cores, o curso de capacitação em pintura, a participação efetiva dos moradores no processo de transformação do único espaço de lazer que desfrutavam são parte de um movimento inclusivo. Nossa expectativa é que esse projeto seja um despertar. Queremos estimular as pessoas para sua capacidade de realizar e articular juntas, através da colaboração.

Veja o vídeo: http://vimeo.com/15259501
Links Patrocinados

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Livros usados vão parar na cesta básica! Projeto Leitura Alimenta!


Como? Simples assim: Você doa um livro e eles incluem em uma cesta básica!

Essa é a super-ideia base do projeto “ Leitura Alimenta” que tem como objetivo estimular o hábito da leitura em pessoas que têm acesso restrito a livros através da doação de alimentos.

Acesse o site desse grande projeto e saiba como participar levando mais livro pra comida e prato pra educação:www.leituraalimenta.com.br

O PROJETO

LEITURA ALIMENTA foi desenvolvido com a intenção de criar o hábito da leitura em pessoas que têm acesso restrito a livros.

Por isso, a LIVRARIA DA VILA e a CESTA NOBRE, parceiras do projeto, convidam você para doar livros novos ou usados, que já foram lidos e hoje estão perdidos em gavetas e prateleiras, para serem incluídos em cestas básicas distribuídas a famílias por todo o país.

DOAR É FÁCIL: basta levar seus livros (leia aqui algumas restrições às doações) a uma das unidades da Livraria da Vila (clique aqui para descobrir o endereço das lojas).
Se você não quiser se desfazer de sua coleção, também poderá, em breve, colaborar comprando um livro virtual, cuja renda será revertida inteiramente para a compra de livros reais.

A sua participação é essencial, seja doando seus livros ou divulgando o projeto para seus amigos.
JUNTOS, VAMOS SACIAR A FOME DAS PESSOAS POR LEITURA.

Livro de Madeira "O Jardim Secreto de Dona Coisinha"



Finalmente... os primeiros volumes do livro de madeira "O Jardim Secreto de Dona Coisinha"! :)

Indo na contramão do descartável, é feito de forma artesanal, de lâminas de compensado 3mm, com cantos arredondados e amarrado com cordão encerado.

Totalmente ilustrado, conta as doces histórias de Dona Coisinha e seus filhotinhos, Tauinho e Zininha, moradores da vila de casinhas-cogumelo.

Com os outros pequenos habitantes do jardim secreto, as "crianças-joaninha" farão fascinantes descobertas sobre o mundo dos humanos e sobre a Natureza.
Tita Hart

Minha amiga Tita Hart colocou toda sua alma e seu jeito de ser nessas páginas interessantíssimas que homenageiam sua meninice e seus pais que com certeza deixaram muitas recordações e exemplos para serem lembrados por essa filha tão especial. Bom recordar e reviver as coisas boas não é Tita?

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Quem está a seu lado agora?

Evento promove prevenção de acidentes domésticos no Parque do Ibirapuera

DivulgaçãoEntre 14 e 28 de fevereiro, duas carretas simularão uma casa, com instrutores dando dicas sobre segurança e prevenção. O evento é gratuito.
Fonte e informações: Catraca Livre

Vai casar? Então que tal ser uma noiva sustentável?


Tecidos orgânicos dão tom sustentável ao vestido de casamento

A ideia de preservação ambiental está cada vez mais presente no cotidiano, tornando-se praticamente obrigatória em todo tipo de ação planejada e executada pelas pessoas. Por isso, a preocupação com a sustentabilidade deve estar presente até mesmo durante a organização do casamento.
Para as noivas que pensam no futuro do meio ambiente e do planeta, uma ótima opção para ajudar a causa no “grande dia” é adaptar justamente um dos maiores símbolos do matrimônio: o vestido de noiva.
O próprio mercado de casamentos já disponibiliza diversas opções de tecidos considerados orgânicos – isto é, fabricados a partir de materiais que não comprometem a saúde dos produtores e animais, tampouco prejudica a qualidade do ar, água ou solo.
O algodão orgânico é o mais popular desses tecidos, embora a lã, a seda e o cânhamo também sejam muito utilizados. Todos esses materiais são cultivados sem fertilizantes químicos, pesticidas ou reguladores de crescimento, além de serem tingidos naturalmente.
No caso da lã, a criação de ovelhas que fornecem pelo para o produto é controlada rigorosamente, tanto na alimentação dada aos animais quanto na área dos pastos.
Para quem não faz questão de um vestido totalmente novo e exclusivo, a dica é utilizar uma peça de segunda mão, seja alugada, adquirida em brechós ou até mesmo herdada de outras noivas da família.
Essa opção é vantajosa não apenas por evitar o gasto de matéria-prima para a confecção de um vestido de casamento novo, mas porque peças usadas costumam ser bem mais baratas, gerando economia para a organização do evento.
Vale lembrar que um traje ecologicamente correto pode ir muito além do vestido de noiva; os demais acessórios usados pela grande estrela da festa também podem ser sustentáveis, sem perder a elegância.
véu, por exemplo, pode ser de renda ou seda orgânicos, enquanto o buquê, composto por flores cultivadas sem produtos tóxicos ou mesmo confeccionados em papel reciclado.
Veja outras dicas da assessora de casamento da Casa EventosRose Ogata, para a realização de um casamento sustentável.

Artigos relacionados:

Fonte: Casa e Eventos

O rei da montanha, que tal mudar alguma coisa já? Faça a sua parte, sirva de exemplo.

Hoje 925 milhões de pessoas vão passar fome no mundo, enquanto isso 20% dos alimentos colocados no prato são jogados no lixo. Que tal mudar de estratégia?



O Brasil é o 4º maior produtor mundial de alimentos, mas desperdiça 39.000 toneladas por dia, isso alimentaria 19 milhões de brasileiros.

Fonte Ecobenefícios - Prato Consciente

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Uma nova maneira de plantar cebolas



Uma nova maneira bem diferente de se criar vegetais em casa! Se o jardim tradicional e o vertical não der, se adapte à hortinha na garrafa!
Muito esquisito esse jeito de se plantar cebola?

Crianças não gostam de vegetais, ou será que não foram apresentadas a elas?

O Programa Globo Repórter apresenta nesse vídeo uma bela experiência de agricultura urbana. 
As hortas projetadas pelo técnico agrícola Marcos Victorino estão espalhadas por vários cantos da cidade de São Paulo. Vale conferir a experiência.
Fonte: Youtube

O mais legal é ver as crianças cuidando da horta, "precisa regar para acordar a sementinha".

Para os pais: seu filho está sendo enganado!


Isabella Ianelli
em 11/02/2013 às 14:43 | Artigos e ensaios, PdH Shots, Relações

São dois documentários com apenas uma mensagem: a propaganda está enganando seu filho. Este, pequenininho, que não sabe ainda nem para que time torce.
Dois documentários excelentes feitos pela mesma dupla, Estela Renner e Marcos Nisti, esfregam na nossa cara a relação constrangedora que temos com a televisão, com o consumo, com os alimentos.
O primeiro, lançado em 2008, “Criança, a alma do negócio”, coloca o foco na propaganda infantil para nos mostrar como estamos deixando que publicitários eduquem nossos filhos. O segundo filme, “Muito além do peso”, tão brilhante quanto o primeiro, dá continuidade a isso, mostrando como a publicidade é apenas mais um dos fatores que contribuem para os maus hábitos alimentares.
Dos pontos que merecem destaque:
1. A publicidade é válida para o adulto, mas não para a criança, que ainda não tem discernimento. Seduzi-la por estes meios é covardia, é jogar com a imaginação, com a idealização. Adultos conseguem entender as armas da propaganda. Conseguem lidar com as expectativas. Crianças ainda não. “É por isso que não deixamos o traficante chegar perto da escola”, conta um pesquisador no documentário “Muito além do peso”.
2. Somos um povo que há pouco saiu da desnutrição, encontrou um obstáculo no caminho e acabou se tornando obeso. No supermercado, o alimento mais barato é também o de pior qualidade nutritiva. Anote aí: farinha, açúcar e óleo, justamente o que não deveria figurar na nossa alimentação é o que vem na cesta básica todo mês. E é o que está presente em todas as guloseimas ditas infantis.
3. Quando vestimos crianças de mini-adultos, estamos indiretamente ensinando nossas crianças que ter é o que eles devem desejar, que a experiência não vale a pena. O status, sim. Estimulamos a pose em detrimento do brincar. Explicamos que consumir é o que eles devem querer. Salto alto, biquínis com enchimento, maquiagem, apetrechos tecnológicos: tudo que não faz sentido no mundo da criança, ganha sentido como um fim – logo, educamos para o consumo. Algumas das imagens a seguir são horríveis – erotizam os pequenos e, para mim, estão a poucos passos da pedofilia. Todas estas imagens certamente seriam consideradas abuso infantil num mundo mais justo.
Longe das atuais tendências de culpar os pais, os documentários se colocam lado a lado com eles: estes pais também são vítimas da falta de informação. Em todas as classes sociais, a propaganda chega até a criança travestida de personagem infantil pela televisão, pelos amigos ou até mesmo – vejam só – auxiliada pela escola. Nossas crianças estão sendo educadas por adultos que não são culpados porque também são vítimas deste sistema.
Dois documentários que mostram que precisamos nos informar e nos empoderar na hora de educar as crianças que nos rodeiam. Que sirva de lição para a gente.
Isabella Ianelli

Pedagoga interessada em arte e educação. Escreve no blog Isabellices e responde por @isabellaianelli no Twitter.

Outros artigos escritos por 
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...